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A História de Uma Civilização

Por: Rodrigo Schmidt Godinho

Bom, com um título tão codificado, um prefácio bem elaborado, não seria nada mal, não é mesmo? Então, para os amantes da fantasia que adoram uma porção de ficção científica, degustarão com prazer cada letra de cada página desse livro, meus caros leitores; e, haverá uma grande possibilidade de sentirem um bom gosto em seus aguçados paladares literários.

Sempre ou quase sempre nos muitos momentos de minha vida, até então, fui fascinado por escrever. Viajava em inspirações diversas e dentro de minha cabeça, sentia milhares de ideias que chegavam a parecer mais pesadas que a gravidade de uma estrela pulsar (que não é muito, pois a gravidade não é uma força assim, tão forte), por isso, eu as escrevia e aliviava meu disco rígido (acho que posso chamá-lo assim - tô falando de meu cérebro).

Minhas manifestações de expressá-las em folhas foi aproximadamente quando eu tinha meus 9 anos de idade. Inclusive, até hoje, ainda possuo as relíquias, repletas de erros de português, entretanto, com contos, estorias e até mesmo tirinhas (sim, eu desenho) mirabolantes, claro para a idade e época.

Então, Outrora, não muito remotamente, mas há cerca de 11 anos, com uma idade entre 14 e 15 anos, com a mente e corpo muito ativos, estava eu, num dia comum, assistindo meus desenhos animados. Sim, desenhos animados, e, foi quando tive a luz repentina para desenvolver um jogo de cartas; especificamente um Card Game, como a modalidade é conhecida.

No início, eu desenhava os personagens que eram frutos de minha virtuosa imaginação, que obviamente, eu sentia a necessidade de ser compartilhada (claro, na época eu não possuía nem a internet discada, o que dirá o acesso a essas redes sociais e aos diversos outros campos da área de compartilhamento ao alcance de um clique de um aparelho celular, nome ao qual acho que já caiu em desuso, modéstia parte, mas não é o foco) com outras pessoas. Então eu as desenhava e jogava com meu irmão e meus amigos de rua. Pronta a arte, eu as recortava em retângulos, para fixá-las com durex em cartas de baralho que eu comprava nas lojinhas de meu bairro (exatamente, era o que tinha na época, inclusive as tenho até hoje).

Mas não me contentei com o jogo, sentia que faltava algo a mais, algo que contasse a história dos personagens. Uma coisa que tornasse o jogo completo. E, num dia qualquer, de um mês aleatório, do ano de 2011, tive uma ideia: comprei um caderno e comecei a escrever uma história que ligaria com o jogo. Na época, eu trabalhava como mototaxista. Pouco tempo depois, passado alguns meses, comecei a digitalizar a arte que eu fazia manualmente; notoriamente não estava com uma cara muito boa, porém o livro estava indo muito bem e as ideias explodiam e caiam perfeitamente letra por letra nas linhas das páginas do caderno.

Só que nem tudo é um mar de rosas. Meu livro foi furtado, meu caderno, na verdade; pois havia deixado a porta aberta do local onde eu trabalhava e nesse momento oportuno, o ladrão de livros (sem vergonha), me decepou a motivação com a execução desse delito. Pois ali, naquele caderno, estava a obra piloto do livro, que hoje publiquei - com grande empenho de meu irmão.

Em outubro de 2012, após me recuperar das letras perdidas, resolvi novamente iniciar meu livro. Simultaneamente, desenvolvia digitalmente o layout das cartas e a arte dos personagens, e como se não bastasse a perda do livro, certo dia, numa situação financeira não muito boa, vendi meu notebook com o projeto do jogo dentro. Vendi a um amigo, todavia a ele falei: "antes de vendê-lo ou formatá-lo, espere, pois tenho arquivos para salvar". Mas ele não esperou e o vendeu, conseqüência disso, foi a perda do projeto do jogo. Mais uma vez, levei uma estocada no coração.

Somente em abril de 2014, voltei a escrever o livro, porque desde o ocorrido, havia abandonado tudo, referente. Comprei dois discos rígidos para nunca mais perdê-los (um era back-up e outro era o back-up do back-up, pensava eu em comprar mais um, mas achei exagero; além do que, salvava em meu email e outros sites gratuitos de hospedagem a cada atualização que fazia).

Já em 2015, com uma condição financeira agradável e uma mente sadia, enxugando a história e o foco no jogo e no livro foram extremos. Alavancando muitas artes de novos personagens e dezenas de folhas do livro. Estava animado, minha vida ia e vai muito bem, obrigado. Motivos os quais apenas me fortaleciam para terminar o quanto antes minha obra literária. Já o jogo, busquei informações em como conseguir autoria, mas no Brasil, não é possível obter a patente de determinado segmento.

Privilegium - A história de uma civilização, enfim, conta com um enredo focado em dois planetas ou duas estrututras que podem estar conectadas: o Planeta Terra e o Planeta Blue World, somadas as suas adjacências, que não são poucas.

E, agora, vem a possível pergunta feita mentalmente por você: "Mas a qual civilização o autor se refere"?

Irá de acordo com cada olhar e dependerá da análise individual. Certamente será uma leitura empolgante. A história te dará múltiplas escolhas da interpretação do subtítulo. Ficará uma questão de ponto de vista do leitor. Ficará ao seu critério a que significado sua magnífica conexão neural conseguir traduzir e decodificar o nebuloso subtítulo, que é instável, impreciso, flutuante e preenchido de inúmeras incertezas para cada letra que o preenche.

No Planeta Terra um vírus mortífero se alastrou por toda a extensão do planeta, eliminando tudo que respira. Exterminando qualquer ser vivo, como se nada fosse, matando com uma velocidade imparável e uma sede de morte insaciável. Tornando o planeta hostil e inapropriado para que a espécie humana volte a viver.

Os humanos no desenrolar dos fatos, conseguem criar planos de fuga do planeta, conforme história narrada, o que realmente compreende-se que essa ação foi concretizada, focados no refúgio e renascimento da raça a um, semelhante aTerra; que pôde ser encontrado, através de um buraco de minhoca, conforme alguns cientistas governamentais informaram as pessoas através da mídia global, que próximo ao nosso, surgiu. Um buraco de minhoca que nada mais nada menos é um portal para atravessar o universo de um extremo ao outro sem infringir as leis básicas da física. Ligando um ponto ao outro através de uma garganta, que, possui então, a finalidade de navegação intergaláctica. Apesar de que esse conceito é inevitavelmente um caminho que permeia para uma teoria sem embasamento científico que mostre ser empírico. Criando uma sólida resistência aos cientistas da atualidade que levam a ciência com seriedade e veracidade.

No novo planeta, reconhecido, batizado com o nome: Blue World. Lá, paralelamente às adaptações dos humanos, convivem eles, e, interagem com diversas civilizações das quais, parecem terem saído da cultura humana, seja ela fictícia ou não. As coincidências não param por aí, e coisas insanas e surreais com eles acontecem constantemente, realidades das quais eu, você e nenhum outro humano jamais estariam preparados. A questão crucial é se realmente é um novo planeta ou é algo conectado ao nosso planeta. Se realmente os fatos estão sendo passados com verdade a cerca das possíveis, prováveis ou executadas viagens intergaláticas.

A fusão entre dramas vividos tanto no desolado Planeta Terra, quanto no novo habitat dos humanos, o Planeta Blue World que pode ser um planeta como também uma extensão do nosso, é ampla. E, quando a fusão não acontece, ramificações das mais intrigantes surgem para incrementar, impressionar e fazê-los imergirem numa queda violenta e apaixonante a cada página virada.

Esperamos que sejam felizes na leitura. Com muito amor e carinho lhes desejamos tudo de bom - QUE O CRIADOR OS ABENÇOE.

Selos de reconhecimento

Impresso
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Ebook (PDF)
R$ 11,84

Tema: Realismo Fantástico, Games E Rpg Palavras-chave: privilegium

Características

Número de páginas: 304
Edição: 1(2017)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




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