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REVOLUÇÃO

QUANDO AS INSTITUIÇÕES FRACASSAM

Por: ADEILSON NOGUEIRA

Se ainda não chegamos ao limite, devemos estar bem perto dele... Thomas Jefferson costumava dizer que “A árvore da liberdade deve ser revigorada de tempos em tempos com o sangue de tiranos e patriotas! É o seu adubo natural”. Vivemos em um país completamente tomado pela corrupção e pela roubalheira. Os três poderes que servem como seu alicerce não passam hoje de árvores apodrecidas que representam mais riscos que benefícios e cujo destino deve ser o machado.

A tal “liberdade” é cerceada por uma constelação de regramentos jurídicos que cria verdadeiro labirinto para a real expressão da vontade popular. A violência nas ruas tornou-nos escravos e prisioneiros em nossos lares; os muitos impostos que pagamos em muito pouco são revertidos em prol da população mais carente. Os governantes tiveram a magnífica ideia de criar o “Estado Mínimo”, onde quase nada é feito, embora a arrecadação bata recordes o tempo inteiro.

Os honestos afastaram-se da vida pública. A lei eleitoral, responsável pela vergonhosa triagem, concede poucos segundos para o candidato pobre ou que se recusa comprar apoio político. Sem espaço para manifestar seus pensamentos, passa pelo processo eleitoral praticamente desconhecido.

Grandes nações, como Rússia, China, Estados Unidos e França, tiveram suas purgas por meio de revoluções. Nosso país está doente, está infestado. O último baluarte contra o mal, a última esperança, os notáveis, o Supremo Tribunal Federal, mostra sinais de fissura em sua coluna e de surdez aos clamores de um povo que agoniza nos quatro cantos da nação.

Quando a revolução russa ocorreu, não havia líderes. Simplesmente o Exército Vermelho recusou-se a cumprir ordens para massacrar o povo que fazia greve por pão; os americanos lutaram por não aceitarem o aumento de impostos (bem menores que os nossos); os franceses disseram não aos abusos da nobreza que atropelava crianças em suas suntuosas carruagens e preocupa-se mais com o sangue que sujava as rodas; e a China cansou de ver seu povo consumido pelas drogas enquanto o governo enchia as bolsos com o dinheiro inglês.

Nosso país tem a droga, os impostos altos, a corrupção, toda sorte de abusos contra a população mais pobre e uma hierarquia que só visa os interesses pessoais.

Devemos mesmo ficar deitados eternamente em berço esplêndido? Quanto ainda suportaremos?

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Tema: França, Civilização, América Central, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação Palavras-chave: histÓria, revoluÇÃo

Características

Número de páginas: 117
Edição: 1(2017)
Formato: A4 210x297
Tipo de papel: Offset 75g

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