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IRENE GENECCO DE AZAMBUJA

Bio: Biografia

Irene Genecco nasceu em Butiá, cidade de minas de carvão, bem próxima a Porto Alegre. De família biológica muito pobre, com referência a nível financeiro e status social, perdeu a mãe e o pai, antes dos 5 anos, quando foi adotada e veio morar em Porto Alegre. Aos 10 anos de idade sua mãe adotiva também faleceu, e seu pai adotivo casou-se novamente. Dentro desta tumultuada pertença civil, Irene usou 3 nomes diferentes: nome biológico Irene Pamplona Gnecco, nome de adoção Irene Genecco de Azambuja, nome do primeiro casamento Irene de Azambuja Mattos, este como aparece em sua primeira coletânea de poesias, em 1985 – Quando as folhas caem, edição APAL-UNARGS. Nome literário atual Irene Genecco.

Cabe ressaltar que o nome biológico correto seria Gnecco, descendência de um padre que veio de Gênova para o Brasil, entrando em Tubarão, Santa Catarina, e posteriormente exercendo suas funções religiosas em Florianópolis nos idos aproximados de 1840. No Arquivo Público de Santa Catarina podem ser encontrados registros a próprio punho do Padre Joseph Gnecco, sobre suas atividades diárias na igreja. Com vistas grossas dos dirigentes da igreja católica, na época, (e muito ainda hoje), ele veio para o Brasil já com uma mulher francesa, com quem teve 2 filhos, origem dos Gnecco no Brasil, na região sul, e do sobrenome biológico original de Irene. Claro que o padre não poderia registrar seus filhos, legalizando seus nascimentos na lei civil, pois isto significaria ser banido da igreja. Mas como era ele quem também fazia todos os procedimentos de cartório, isto se fez menos agressivo e possível, quando seus filhos ficaram adultos e se casaram. Ele mesmo realizou seus casamentos e forneceu-lhes então as certidões com o nome Gnecco, garantindo à sua descendência usufruir de seu nome, e levá-lo adiante, nas gerações futuras. No processo de adoção de Irene, porém – legalizado somente aos 18 anos - houve uma alteração, por erro do cartório, para “Genecco”. Foi também neste processo tirado fora o Pamplona, por decisão própria de Irene, dado à extensão excessiva que resultaria o nome na íntegra. Este foi um direito de escolha de Irene, devido sua maioridade.

Recebeu da família adotiva muito de sua formação, pessoal e profissional. Dentro desta guarda estudou até o nível médio, recebeu formação e educação musical, e uma sólida educação moral. Sua madrasta a estimulou grandemente à leitura, e estava bem presente quanto ao cumprimento dos deveres escolares diários. Formaram-se aí, talvez, somado ao seu dom, as raízes de seu gosto pela leitura, e sua facilidade de se expressar na escrita. Desde o Ginásio escrevia alguns poemas, contos e pequenos ensaios de teatro, nas datas comemorativas da escola.

Irene fez seu primeiro vestibular na UFRGS, para Biologia, onde cursou alguns semestres, mas precisou trancar a matrícula, premência da realidade de ser mãe já de três filhos à época, somado mais um, algum tempo logo depois. Durante os anos de trabalho essencialmente burocrático, fruto de um disputado concurso público, sentia-se em dissonância com sua alma de escritora e poeta. Entretanto, mantinha vivo nas veias o gosto por escrever, fruto de seu breve tempo de imersão, notadamente em Literatura, nas faculdades que frequentou. Ainda que não finalizadas todas, esta visão acadêmica lhe despertou e fortaleceu seu espírito no gosto pela Filosofia, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Educação e Letras. Tais áreas foram alicerces de seu pensamento, e predominância em seu escrever. O transcendental e o metafísico, porém, atraíram todas elas, tranando-se alvo de sua expressão literária. Participou de alguns concursos e coletâneas, neste ínterim.

Reiniciou a faculdade na Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, Faculdade de Pedagogia – FAED, onde o sonhado diploma superior lhe veio depois dos 50 anos. Mas nunca parou de estudar e aprender, seja em conhecimentos acadêmicos, seja no autodidatismo. Transitou no campo das energias e metafísica, nas chamadas terapias alternativas, como Reiki Usui, Reiki Xamã, Reiki Estelar, Florais, Constelação Familiar, Regressão a vidas passadas, Física Quântica, Salto Quântico, Viagem Astral e o chá do Santo Daime, (nome religioso dado à Ayahuasca). Teve como base inicial de religiosidade sua frequência à igreja católica, religião de batismo, e ao espiritismo, religião de seu pai adotivo. Alguns destes experimentos e estudos se encontram relatados em seu último livro editado em janeiro de 2022, na Agbook – No mundo da ficção, só que não.

Viajou por um tempo, a passeio e a estudos. Visitou alguns países na Europa. Morou 1 ano e meio nos Estados Unidos, e depois foi a Portugal, onde ganhou uma bolsa de estudos, na Universidade para Mestrado em Educação e Formação. Retornou ao Brasil em 2021.

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No mundo da Ficção
Impresso
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