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Sêfer Hakodesh

Escritura Sagrada

Por: Josué B. Paulino e Deyvison Diógenes

Sêfer Hakodesh (Escritura Sagrada)

NAG HAMMADI E QUMRAN

As descobertas de Nag Hammadi e Qumran foi um importantíssimo passo para a Restauração dos livros apócrifos da Bíblia. São uma importante e complementar fonte de informação e conhecimento, acrescentando preciosos esclarecimentos às Sagradas Escrituras, principalmente naquilo que se refere à vida de Yehôshua haMashiach.

A OUTRA “BÍBLIA” QUE A TRADIÇÃO CUNHOU DE APÓCRIFA

Como o próprio título sugere, gostaríamos de tecer alguns comentários sobre a vastíssima literatura de escritos antigos que, a seu modo, narram a fé do povo de Deus. Esses escritos foram motivos de muita discussão nos ambientes judaicos e cristãos da antiguidade. Eles se referem tanto ao Primeiro, como ao Segundo Testamentos. E estão em forma de Evangelhos, Epístolas, Apocalipses, Testamentos, etc. O termo apócrifo não era usado entre os primeiros mashienses. Com o surgimento do Papado como Igreja Universal e monopolizada por Roma, muitos Escritos Sagrados passaram a ser “contestado”, e proibidos de ser lidos na Igreja. Na tradição cristã, os protestantes/evangélicos seguiram a mesma orientação de Roma e passaram a chamar os apócrifos de pseudoepígrafos, isto é, “o que tem título falso”. A Bíblia como um todo, não apresentou sempre a forma como hoje é conhecida. Vários textos, chamados hoje de "apócrifos", figuravam anteriormente na Bíblia, mas ao longo dos sucessivos concílios acabaram sendo eliminados. Nas cavernas de Qumran próximo ao Mar morto foram encontrados em 1947, vários desses livros religiosos que eram usados no tempo dos primeiros Cristãos. Tornaram-se apócrifos a partir do concílio de Nicéia e foram caindo no esquecimento. Em 325 dc é realizado o Concílio de Nicéia, (província de Anatólia, Turquia). Primeiro Concílio Ecumênico da Igreja. Trezentos Bispos se reúnem, convocados pelo Imperador Romano Constantino. Esse concílio estabeleceu o Novo Testamento, com exceção do apocalipse que foi declarado apócrifo, sendo incorporado ao cânon no concílio de Cartago (África), no ano 397 D.C. O cânon do Velho Testamento só foi definitivamente estabelecido após a reforma protestante de 1517 d.c. (versão protestante), e pela contra reforma, no concílio de Trento de 1545 d.c. (versão católica). Errar é pensar que conhecemos suficientemente qualquer área da vida: "Não creiais em qualquer espírito. Não creiais em coisa alguma pelo fato de vos mostrarem o testemunho escrito de algum sábio antigo. Não creiais em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes. Aquilo, porém, que se enquadrar na vossa razão e, depois de minucioso estudo, for confirmado pela vossa experiência dada por Deus, discernindo os espíritos. A isso aceitai como Verdade. Por isso, pautai a vossa conduta." Vejamos, portanto, a múltipla definição do termo apócrifo, bem como os livros apócrifos, o conteúdo de alguns deles e a sua importância para nós, hoje.

A presente versão do Novo Testamento de Yehôshua parte do princípio de que em Deus “não há mudança e nem sombra de variação” (Tg. 1:17); logo, tudo que varia não é verdadeiro. O nosso lema é: “DE VOLTA À PALAVRA ORIGINAL”. A maioria dos tradutores das Escrituras Sagradas sem dúvida a respeitam e sinceramente desejam torná-la compreensível em nossos dias. Mas os tradutores não são inspirados por Deus. Também a maioria deles tem fortes opiniões sobre dogmas e doutrinas e podem ser influenciados por idéias e preferências pessoais. Podem também cometer erros ou enganos humanos de critério.

História do Cânon do Novo Testamento

A palavra “cânon” é uma terminologia de uso técnico para designar a coleção de livros considerados “sagrados”, tanto do antigo como do Novo Testamento. Assim, dentre os milhares de manuscritos antigos, alguns eruditos especialistas avaliavam e determinavam quais seriam “canonizados”, ou seja, eles determinavam quais seriam aceitos pela Igreja como inspiração sagrada, o resto era considerado “apócrifo”. Vejamos por exemplo o relato de uma lenda através da qual a igreja procura sustentar seus cânones: conta-se que os delegados do Concílio de Nicéia (ano 325), desejosos de saber quais eram os livros inspirados por Deus e quais seriam apócrifos, colocaram debaixo do altar da missa todos os livros para os quais se pedia um lugar no Cânon sagrado, então após a comunhão da missa verificaram que milagrosamente os livros a serem canonizados apareceram empilhados uns sobre os outros, e foi assim, que se estabeleceu o Cânon do Novo Testamento, baseado em um relato de origem duvidosa, que não tem a mínima possibilidade de ser verdadeiro.

O Cânon do Novo Testamento em fins do II século

Em fins do II século é evidente que existia um conjunto de manuscritos reconhecidos geralmente como “Evangelho” (heb. Bessorah), ou escritos sagrados do Novo Testamento. O apóstolo Yehudah (Judas), por exemplo, citou o livro de Enoch (Jd. 14-15), que depois arbitrariamente foi considerado apócrifo pela Igreja. Tertuliano de Cartago e Clemente de Alexandria aceitavam os livros: pastor de Hermes, evangelho de Tomé, Apocalipse de Pedro, Epístola de Barnabé, etc... Por que mais tarde foram rejeitados esses mesmos livros?  A verdade é que o Eterno Deus já havia dito a muito tempo pela boca do profeta: “Eis que vem dias, diz o Senhor YHWH em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. E irão vagabundos de um mar até outro mar e do norte até o oriente; correrão por toda a parte, buscando a palavra do Senhor, e não a acharão” (Amós 8:11-12). Essa profecia não estaria se cumprindo hoje?  Sabemos que o fator decisivo que elucidou definitivamente a polêmica do Cânon foi a declaração de Atanásio de Alexandria em sua carta festiva (367). Atanásio, como principal dirigente eclesiástico de seu tempo, disse a seus bispos e ao povo em geral que o Cânon do Novo Testamento consistia de apenas 27 livros. Assim o lendário “milagre” do Concílio de Nicéia (ano 325), mais o veredicto de Atanásio (ano 367) e finalmente as deturpações de Jerônimo (ano 384), determinaram o Cânon da Igreja de Roma e de suas filhas, as Igrejas Pseudo-Reformadas, as quais, mesmo apesar das muitas evidências, se recusam em rever tão duvidosas tradições defendidas por depositários tão suspeitos.

Cópias de Cópias: Os manuscritos do Novo Testamento mais antigos já encontrados são cópias feitas em papiro, e já são da segunda metade do segundo século de nossa Era. A partir do quarto século, o texto sagrado passou a ser copiado em pergaminho. No século XV, quando as primeiras Bíblias foram impressas, já haviam mais de dois mil desses manuscritos. Com as posteriores descobertas arqueológicas vieram à luz mais alguns milhares de manuscritos das Sagradas Escrituras. Esses manuscritos em grego do Novo Testamento são na verdade cópias de cópias dos originais, que infelizmente se perderam ou foram destruídos. A própria Sociedade Bíblica do Brasil em recente publicação oficial confessa que esses manuscritos não são de confiança. Transcrevemos um texto da referida obra da SBB: “Toda tradução pressupõe a existência de um texto a ser traduzido. Mas, no caso da Bíblia e mais especificamente do Novo Testamento, o texto original, no sentido rigoroso da palavra, Não existe. Vamos traduzir a carta de Paulo aos Romanos? Pois bem! Onde está a carta?  É fácil  dirá alguém:  é só pegar um novo Testamento grego e achá-la  Mas o que ali vai impresso não é a carta que Paulo escreveu, na sexta década do primeiro século, aos crentes de Roma. O autógrafo, isto é, a carta que o próprio Paulo ditou, se perdeu. O que existem são cópias de cópias da carta original. E a cópia mais antiga, em grego, é do terceiro século da nossa era; quer dizer, é um documento quase duzentos anos mais novo do que o autógrafo. Além dessa cópia, escrita em papiro, existem centenas de outras cópias manuscritas, em grego e em outras línguas, feitas até a invenção da imprensa, no século XV. E em todas elas há erros causados por descuido dos copistas: Erros de omissão ou de adição de palavras, frases e orações inteiras, e também troca de letras ou de palavras. E, ainda mais, existem modificações feitas propositadamente pelos copistas no intuito de melhorar o texto, seja na gramática, no vocabulário ou na doutrina... Quanto ao Novo Testamento, temos quase cinco mil manuscritos gregos... Não há dois manuscritos, quaisquer que sejam, completos e identicamente iguais; há sempre algumas ou muitas diferenças. Portanto, não é possível tomar nenhum desses manuscritos, por mais antigo que seja, como cópia exata do original... Em tudo isso se vê que ainda há diferenças de opinião sobre a forma do texto original de algumas passagens do Novo Testamento. Não podemos sempre distinguir precisamente entre o que foi escrito pelo autor sagrado e o que foi acrescentado, ou omitido, ou alterado pelos copistas...” (Natureza e propósito da Bíblia na Linguagem de Hoje, pág. 5, 6, 9 - SBB).

A nossa versão do Novo Testamento de Yehôshua põe em relevo a IMUTABILIDADE da palavra de Deus, preservando os nomes próprios de pessoas e lugares na forma original, corrigindo também, textos que comprovadamente foram deturpados pelos copistas no intuito de alterar a doutrina do Eterno. As notas explicativas tratam de perguntas que obviamente seriam formuladas em relação às mudanças ocorridas e ajudam a esclarecer possíveis dúvidas. Na execução desse trabalho de RESTAURAÇÃO do Novo Testamento do Senhor Yehôshua, recorremos à antiga “Torah” hebraica, seguindo as orientações do Eterno, que disse: “lembrai-vos da Lei de Moshê, meu servo, que lhe mandei em Horeb” (Malaq. 4:4), referindo-se à qual o Salvador Yehôshua nos disse: “Não penseis que vim para abolir a Lei ou os profetas; não vim abolir, mas exaltar” (Mat. 5:17). Nada que foi escrito no Novo Testamento entra em conflito com a Lei ou os profetas. Por isso o Eterno prometeu que enviaria nos últimos dias “sábios, escritores e profetas” (Mat. 23:34), a fim de: “Edificar os lugares antigamente assolados e reerguer até mesmo os ALICERCES das gerações passadas. Sendo chamados RESTAURADORES de veredas para morar” (Is. 58:12). Desejo reconhecer explicitamente a ajuda e amizade de todas as Testemunhas de Yehôshua que me apoiaram e me incentivaram neste trabalho; porém eu sozinho, sou responsável pelo conteúdo do livro, tanto diante dos homens, como diante do Eterno, Imutável e único Senhor YEHÔSHUA, em cuja presença estou e de quem recebi a determinação direta para a execução desta Obra.

Manuscritos de Qumran

Os manuscritos de Qumran, também conhecidos como Pergaminhos do Mar Morto, contém os manuscritos hebraicos, aramaicos e gregos provenientes de 11 grutas situadas nos arredores de Khirbet Qumran, tanto os descobertos durante as diferentes escavações arqueológicas das grutas, como os adquiridos no mercado de antiguidade. Os referidos manuscritos foram descobertos “acidentalmente” (eu diria providencialmente), por três pastores beduínos da tribo Ta’âmireh, que, buscando uma cabra desgarrada, encontra a primeira das grutas com vários manuscritos, no início de 1947. Isso, “coincidentemente”, ocorreu na mesma época da constituição do novo Estado de Israel, e, também, na mesma época em que o nome do Senhor Yehôshua começa a ser restaurado em todo o mundo. Não será o cumprimento da profecia do “brotar da figueira?” Como os descobrimentos continham numerosos manuscritos bíblicos, ajudaria também toda uma série de obras bíblicas que chegavam diretamente a nós, completamente livres de toda intervenção posterior; como os textos se haviam conservado a margem da vida oficial, nos chegavam, portanto livres tanto da intervenção da censura judaica (que havia em grande parte suprimido os textos sagrados que não se acomodava com a ortodoxia rabínica), como também da censura cristã (que havia feito inúmeras adaptações para incorporar seus dogmas). Como os novos manuscritos provinham do deserto da Judéia e do período anterior à destruição de Jerusalém, seu estudo prometia esclarecer a tortuosa história do país nesse período crítico; e, sendo esse período o período de formação tanto do cristianismo como do judaísmo rabínico, bem como o islamismo, os novos textos tornariam possível a compreensão do pano de fundo dessas três grandes religiões.

A Equipe Internacional de Consenso

A descoberta dos Manuscritos de Qumran em 1947 provocou um torvelinho de inquietação e ansiedade tanto entre os eruditos cristãos como Yehudim, bem como uma expectativa entre o público em geral. A expectativa era que a descoberta esclarecesse o misterioso enigma entre o verdadeiro Yehôshua histórico e o fictício Cristo da fé. A verdade é que nem os Yehudim e nem os cristãos se sentiam seguros com a nova descoberta. Os Yehudim porque negam o haMashiach e os cristãos porque mitificaram-no. Ao acompanhar a trajetória dos Manuscritos desde sua descoberta no deserto do Mar Morto até as várias instituições que os abrigam atualmente, nos deparamos com um verdadeiro labirinto de contradições. Nossa investigação começa em Israel, onde esbarramos na rígida censura rabínica, e, se estende aos corredores do Vaticano e, de maneira mais sinistra ainda, aos gabinetes da Inquisição. Por isso, para não ressuscitar intrigas milenares e, para não desmantelar os pilares das três maiores religiões do mundo, os eruditos, convenientemente criaram a assim chamada “Equipe Internacional de Consenso”. Essa equipe Internacional de Consenso foi criada com a missão não de revelar a Verdade, mas para manter o mito das religiões oficiais. Assim, decidiram consensualmente “revelar” ao público que a Comunidade de Qumran era sectários essênios, e que, os manuscritos datavam todos de pelo menos 200 anos antes de Cristo. Assim, tais descobertas não incomodaria os Yehudim que rejeitaram ao haMashiach, nem aos cristãos que mitificaram-no e nem aos mulçumanos que o transformaram em lenda... Pois divulgaram que os manuscritos não faziam nenhuma referência a Yehôshua... Mas, conforme revela os manuscritos encontrados, qual é a verdadeira história da Comunidade de Qumran?

Identificação da Comunidade de Qumran

Nos dias de Antíoco Epifanes, o helenismo invadiu a Judéia com a cumplicidade de alguns Yehudim traidores. Daí, movidos pelo ardente zelo à Lei de Deus e pela liberdade de autonomia de seu povo, levantaram os Macabeus, posteriormente chamados “Zelotes”. Desde esse tempo, (por volta de 175 a.C.), os Zelotes vinham lutando contra inimigos internos (Yehudim traidores) e externos (os gregos e romanos). Os Yehudim traidores, chamados nos Pergaminhos de Qumran de “Sacerdote Ímpio”, são identificados com os saduceus que formavam a casta sacerdotal do Templo. Classe esta terrivelmente marcada por corrupção, apostasia e subserviência a dominação estrangeira, desde o corrupto e intriguento sumo-sacerdote Alcimo nos dias dos Macabeus, até ao demoníaco Anah nos dias de Yehôshua, o qual entregou a morte o “Mestre de Justiça”, como é relatado nos Pergaminhos de Qumran no Pesher Habakuk (1pHab). Com a dominação romana na Judéia, a dinastia herodiana (Herodes O grande 73 a 4 a.C. e sua descendência) tornou-se leal “amigo e aliado” de Roma. Em troca de sua lealdade a Roma (traição aos Yehudim), o Imperador Otaviano deu a Herodes o título de Rei dos Yehudim. Daí o motivo para os Zelotes manterem-se afastados da vida oficial e formarem a Comunidade de Qumran. Assim, nos Manuscritos de Qumran, Herodes é chamado de “O Mentiroso” e o “Traidor” e o sumo sacerdote Anah é chamado de “O Sacerdote Ímpio”, o Senhor Yehôshua é identificado como “O Mestre de Justiça”, o qual foi morto pelo Sacerdote Ímpio. Os Zelotes formaram e povoaram a Comunidade de Qumran desde 175 a.C. até o ano 68 da era comum; porém resistiram em Massada até ao ano 74 da era comum, quando os romanos conseguiram penetrar na fortaleza inexpugnável de Massada. De acordo com os registros encontrados em Qumran, aquela comunidade era essencialmente a resistência judaica contra a dominação romana. Era uma comunidade guerreira, como se pode ver pela “Regra da Guerra” encontrado em várias grutas. Em todos os Manuscritos eles se identificavam como os filhos de Sadok, os pobres do deserto, membros da Nova Aliança. Os que aguardavam a manifestação do haMashiach e a restauração do trono de Davi, que havia sido usurpado por Herodes, o Traidor. Porém, os manuscritos de Qumran se referem freqüentemente a uma divisão, um cisma profundo e fundamental que dividiu a Comunidade qumrânica. Nessa disputa dentro da própria Comunidade, apenas uma ínfima minoria toma partido ao lado do Mestre de Justiça, enquanto que a maioria segue ao Mentiroso. O motivo de tamanha ruptura é porque Yohanan, o Batizador, um dos principais líderes da Comunidade e tido como um Profeta por todo o povo, identifica Yehôshua de Neseret como sendo o tão esperado haMashiach, o “Mestre de Justiça” ... Porém, as qualificações que a Comunidade esperava encontrar no haMashiach, eles não viram em Yehôshua... Eles esperavam um Guerreiro que esmagaria todos os inimigos, e, no entanto, Yehôshua dizia: “Bem aventurados os pacificadores... Amai os vossos inimigos, orai pelos que vos perseguem... Guarda a tua espada, pois todo aquele que lança mão da espada, morrerá pela espada...” – Tais declarações deixava confusos os próprios discípulos, e a multidão se escandalizava com o Mestre. Depois que o mestre morreu, o sentimento generalizado entre a multidão era o mesmo expressado pelos próprios discípulos: “O que aconteceu a Yehôshua de Neseret, que foi um Profeta poderoso em obras e em palavra, diante de Deus e diante de todo o povo; nossos chefes e o sumo sacerdote o entregaram para ser morto e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse Ele quem iria redimir a Israel; mas, com tudo isso que aconteceu...” (Lucas 24:19-21). O próprio Yohanan, o Batizador, que havia testemunhado publicamente que Yehôshua era o haMashiach esperado (João 1:29-34), chegou a duvidar de tudo, a ponto de perguntar: “És tu mesmo aquele que há de vir, ou havemos de esperar um outro?” (Mat 11:3). – A verdade é que os Zelotes, ou a Comunidade de Qumran acreditaram em Yehôshua como sendo Ele o haMashiach; porém com a sua morte, eles o abandonaram e seguiram o Mentiroso, rebelaram-se contra Roma e foram esmagados, pelo fato de não crerem no Mestre de Justiça, para darem crédito ao Mentiroso. Isso, para se cumprir a profecia que diz: “Espada, levanta-te contra o Meu Pastor e contra o homem, Meu Companheiro, diz YHWH dos Exércitos. Fere o Pastor, que as ovelhas sejam dispersadas...” (Zacarias 13:7). Por isso, o Senhor Yehôshua disse na noite em que foi ferido: “Essa noite todos vós escandalizareis por minha causa, pois está escrito: Ferirei o Pastor e as ovelhas do rebanho se dispersarão” (Mat. 26:31).

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Tema: Religião Palavras-chave: hamashiach, yehôshua

Características

Número de páginas: 693
Edição: 1(2014)
Formato: A5 148x210
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.



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