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CHE GUEVARA: ELES PODEM MATAR AS PESSOAS, MAS NUNCA SUAS IDEIAS - PORTUGUÊS E INGLÊS - EDIÇÃO BILÍNGUE

EDIÇÃO BILÍNGUE (PORTUGUÊS & INGLÊS) - COLEÇÃO FILÓSOFOS DO NOSSO TEMPO

Por: CLEBERSON EDUARDO DA COSTA

Esta é uma obra de ficção fundamentada nas ideias revolucionárias do argentino Ernesto Che Guevara, capturado e assassinado no dia 9 de outubro de 1967 na Bolívia, com o apoio dos EUA, por tropas militares. Che sonhava em estender a revolução cubana (socialismo e/ou comunismo) para toda a América Latina.

I

Che Nasceu em 14 de junho de 1928, em Rosário, na Argentina. Proveniente de uma família de classe média alta, primogênito dos cinco filhos de Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa, formou-se em Medicina, em 1953, na Universidade de Buenos Aires.

Como Che sofria de asma, sua família mudou-se várias vezes, em busca de um clima melhor. Che cresceu em Alta García, na região serrana de Córdoba. Sua doença o prendeu várias vezes à cama, onde tomou gosto pela literatura clássica universal.

Sua adolescência foi marcada pela Guerra Civil Espanhola e, depois, pela Segunda Guerra Mundial. Che também se dedicou intensamente ao esporte. Em Córdoba, por exemplo, aprendeu a jogar rúgbi, tênis, golfe e se dedicou à natação. Em 1946, a família voltou a estabelecer-se em Buenos Aires. Embora pretendesse estudar Engenharia, decidiu-se pela Medicina depois de assistir à morte da avó, a quem era muito ligado.

II

Che, ainda muito jovem, percorreu várias vezes, como mochileiro, diversos países latino-americanos. Após concluir o curso universitário, com 25 anos, partiu para a Venezuela e depois à Bolívia. Durante esse período, fez contato com exilados no Peru e ligou-se ao regime pró-comunista da Guatemala.

No final de 1953, com 26 anos, tornou-se admirador da URSS e buscou unir-se a um partido comunista de qualquer país. Na Guatemala, nação que passava por grande reforma conduzida pelo presidente Jacobo Arbenz, conheceu Hilda Gadea, militante política peruana, que mais tarde se tornaria sua esposa.

III

Convencido de que a revolução era a única forma de acabar com as desigualdades sociais existentes na América Latina, em 1954 Che foi para o México, onde juntou-se a um grupo de exilados cubanos. Ele recebe dos mexicanos o apelido “Che” por usar a expressão sempre que falava com alguém.

Che foi apresentado a Raúl Castro, líder estudantil cubano recém-saído da prisão em Cuba e, a 8 de julho de 1955, conheceu também Fidel Castro, que havia passado um ano e dez meses preso na ilha de Pinos (Cuba). Fidel havia sido anistiado por Fulgêncio Batista, a quem derrubaria mais tarde, com o apoio de Che. Ainda no México, em 1955, Che e Hilda se casam, e lá nasce também a filha do casal, chamada Hilda Beatriz.

Na madrugada do dia 25 de novembro de 1956, zarpou do porto mexicano de Tuxplan o iate Granma, com capacidade para 20 passageiros, levando 82 guerrilheiros, entre eles Che. Sua tarefa era atender os eventuais feridos no desembarque em Cuba.

No combate que se seguiu ao desembarque, sobraram apenas 12 sobreviventes, entre os quais Che e os irmãos Castro. Com o apoio dos camponeses, passaram a agir a partir de Sierra Maestra. Em 1959, entraram em Havana à frente das tropas guerrilheiras vitoriosas.

IV

No governo de Cuba com Fidel Castro, Che Guevara exerceu diversas funções, incluindo a de ministro da Indústria (1961-1965). Seu objetivo primordial, no entanto, era estender a revolução a outros países. Por isso, deixou suas funções em Havana para juntar-se a um grupo de guerrilheiros bolivianos, cuja meta era derrubar o regime ditatorial que lá vigorava.

Che Guevara, porém, com o apoio dos EUA, foi capturado e morto pelo exército boliviano em La Higuera, perto de Vallegrande (Santa Cruz), em 9 de outubro de 1967. Suas mãos foram amputadas e levadas para a América do norte, a fim de confirmar a identidade do "principal inimigo do imperialismo nas Américas". Seus restos mortais foram encontrados em uma vala, somente em 29 de junho de 1997, com os demais seis guerrilheiros.

V

Muitos anos antes de morrer, talvez antevendo a sua própria morte, Che, em muitos dos seus escritos, porém, já tinha-nos deixado a seguinte frase:

“Eles podem matar as pessoas, mas nunca as suas ideias... Eles podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira.”

O autor

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Impresso
R$ 75,87

Tema: Ocidental, Filosofia, Ficção e Romance, Ciências Humanas E Sociais Palavras-chave: amÉrica, brasil, capitalismo, comunismo, cuba, dilma, embargo, eua, fidel, globalizaÇÃo, golpe, ideias, igualdade, latina, lula, neoimperialismo, neoliberalismo, revoluÇÃo, socialismo

Características

Número de páginas: 177
Edição: 1(2019)
Formato: A5 148x210
ISBN: 978-0359368419
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




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