Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa Política de Privacidade.
ACEITO

Agbook

FERIDAS PROFUNDAS

MEUS DESUMANOS

Por: WALMAR PEDRO

CANSEI DE NADA FALAR

Lembro-me que por um tempo eu escrevera crónicas sob título “Lágrimas sociais", textos um tanto exaustivos, mas que nos levavam à sérias reflexões. Hoje não me peçam para me calar, nem para que eu apenas fale às minúsculas, pois, que sociedade nós temos?

Apelamos à população que resgatemos os bons modos, os valores morais, os princípios de convivência, o HUMANISMO, mas somos nós mesmos quem a ensinamos o contrário! Ensinamos à população o quão doce é ser desumano, desamoroso e usar da nossa superioridade relativa, RELATIVA, atribuída para [es]pisotear todo aquele de menor poder sobre nós.

Ora bolas! Já lá vai o calar de tamanha passividade literária (não que de um conto se trate) face aos episódios tristes que venho assistindo por parte de pessoas que supostamente nos devem protecção e exemplo. Talvez o policial já não mais o queira ser pois a patente e a farda o tornam em “O REI DO PEDAÇO", o senhor lei. Que o contem os taxistas que volte e meia são obrigados a descobrirem novos atalhos para não se virem “penteados", não que andem [des]penteados, sem ao menos se lhes ser pedida a documentação.

Hã, isso já é óbvio, pois não é novidade que todo o taxista tem uma namorada na via a qual ele se vê obrigado a deixar a gita. Portanto, deixem-me falar das novas atletas de atletismo que se têm descoberto em Luanda e arredores, as mamães que à zunga vão com o intuito de angariarem verbas para os meus irmãos em casa!

Como não ser antifiscal quando estes lamentavelmente instam em agir de um modo desumano? Não sei se a estes eu conseguiria amontoar brasas acesas sobre suas cabeças. Verdade que o seu trabalho não é fácil e que alguns destes têm demonstrado serem verdadeiros humanos!

Ó sociedade!

Desumanos, que sociedade queremos formar, seus pacatas arrogantes?

Nguinamau Valter Laurindo Pedro

Impresso
R$ 40,72

Ebook (PDF)
R$ 22,60

Tema: Literatura Estrangeira, Natureza, Poesia, Desastres Naturais, Letras, Plantas Palavras-chave: africa, angola, negro, poesia

Características

Número de páginas: 45
Edição: 1(2019)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




Comentários (0 comentários)

Deixe seu comentário:

Nome

Email (não será publicado na página)

Comentário

Fale com o autor

*Seu nome

*Seu email

*Mensagem


SEGURANÇA

FORMAS DE PAGAMENTO

Boleto Bancário Itaú Transferência online Banco do Brasil Transferência online Bradesco Transferência online Itaú Cartão Visa Cartão MasterCard Cartão American Express Cartão Diners Cartão Hipercard
Todo o conteúdo dos livros é de exclusiva responsabilidade de seus autores, sem nenhum tipo de responsabilidade editorial da AgBook, responsável unicamente pela comercialização e entrega.