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BATALHA CELESTIAL

ALÉM DA VISÃO HUMANA

Por: Pastor Geovaldo Barroso

BATALHA

CELESTIAL

ALÉM DA VISÃO HUMANA!

PARTE – 1

Batalha Celestial

“Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles. Foi então precipitado o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado na terra, e com eles os seus anjos”. (Apocalipse 12. 7-9)

Virtualmente todos na terra independente de sua religião ou nacionalidade reconhecem que existe alguma espécie de batalha ocorrendo no mundo entre as forças do bem e do mal.

Trata-se de uma luta colossal entre a Luz e as trevas, a verdade e o erro, a opressão e liberdade, o bem e o mal, e finalmente, a vida e a morte.

Qual é a história por trás desse evidente paradoxo? Muitas religiões assim como a Bíblia ensinam que além desse véu tridimensional do mundo físico em que vivemos existe outro mundo espiritual que não podemos ver e nesta realidade invisível ao nosso redor se desencadeia uma Batalha Titânica entre o (Senhor Supremo e Justo), contra o vilão mais cruel e maligno.

A grande pergunta é quem são esses personagens e como e onde começou essa crise cósmica? De fato, esse é o maior mistério de todas as épocas e a história mais fascinante e verdadeira que jamais tem sido contada. Esta crise envolve cada pessoa na terra, sim, cada pessoa!

Conflito Cósmico – A Origem do Mal!

A Queda de Lúcifer

A história humana está repleta de guerras e conflitos que todas as pessoas já experimentaram, mas para entender a origem do mal devemos viajar ao passado para a Primeira Guerra do Universo.

Porque essa guerra não aconteceu na terra, pois antes que o nosso mundo existisse houve uma guerra no céu. Mesmo que as palavras guerra no céu soem como uma contradição.

É, pois quase imaginável para nós que pudesse haver batalhas e conflitos entre as criações de Deus no Paraíso.

Mas qual é a causa deste conflito Celestial?

Graças a um Livro antigo chamado Bíblia, temos detalhes suficientes para podermos juntar as peças e desatar parte dos nós.

Mesmo que trágica é uma extraordinária e bela história de amor que vai desde o princípio dos tempos até tocar pessoalmente a você, a mim, e a cada indivíduo na terra.

Essa história começa muito tempo atrás, na Capital do Universo, em um lugar chamado Céu que estava repleto de seres angelicais que amavam fazer a vontade de Deus.

Sob o justo e amoroso Governo de Deus, o Criador, todo o céu desfrutava uma existência de felicidade e de perfeita paz.

O Príncipe Supremo do Paraíso e Comandante dos anjos era o Poderoso e Amoroso Filho de Deus, mais conhecido com o nome que adotou quando veio a terra, Jesus.

Ele tinha o mesmo propósito e pensamento de Deus, o Pai. O céu sob o comando compassivo do Pai, Filho e do Espírito Santo provou ser um maravilhoso lugar de paz e de alegria.

Para realizar as ordens de Deus a Tri unidade estava rodeada de um oceano virtual de inumeráveis espíritos ministradores, chamados de Serafins e Querubins, mais conhecidos como Anjos.

Essas poderosas e inteligentes criaturas descobriram que a felicidade estava em cumprir as ordens do Todo Poderoso.

Mas Deus criou um extraordinário anjo para atuar como líder junto a toda a multidão celestial. A Bíblia nos diz que seu nome era Lúcifer que significa Portador da Luz.

Esse Querubim foi o maior ser criado por Deus e que assumia a posição mais próxima de Deus, estando diretamente sob a autoridade de Jesus.

A responsabilidade de Lúcifer era difundir a luz e o conhecimento da bondade de Deus a todos os outros anjos. Lúcifer foi o mais esplêndido ser criado por Deus, era extremamente bonito e dotado de enormes poderes de liderança e de organização.

Entre os anjos foi muito admirado e amado como amigo, mesmo assim, Deus previu que Lúcifer estava a ponto de introduzir no Reino da Luz.

“Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor DEUS: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. E estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônica, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti”. (Ezequiel 28. 12-15)

Quando Lúcifer percebeu sua beleza e seu poder, seu coração, pouco a pouco começou a mudança, permitindo que seu foco se afastasse de Deus e direcionou seu amor para si mesmo.

Talvez nunca saibamos como e porque essas sementes de rebelião germinaram em seu coração, mas o profeta Isaías nos dá uma visão do pensamento de Lúcifer.

“Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do Norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo”. (Isaías 14.12-14)

Lúcifer, aos poucos começou a cobiçar o Poder de Deus, mas não sua personalidade, mas ao pensar em suas próprias habilidades e beleza extraordinárias, seus perversos tentáculos do orgulho e da vaidade, congelavam sua mente angelical. Esse ressentimento e inveja fizeram com que ele violasse a Lei Sagrada de Deus e se rebelasse contra seu Governo.

Precisamos fazer uma pausa, a fim de esclarecer algo, pois desde o princípio, Deus ordenou que as Leis da Física governassem o mundo material em que vivemos. Sem essas leis naturais o Universo seria um caos.

De igual modo são as leis morais de Deus, sempre tem gerado segurança e estabilidade ao cosmos.

Alguns pensam que os Dez Mandamentos não existiram, até que o Senhor os entregou a Moisés, no Monte Sinal; mas as Escrituras no ensinam que os princípios da Lei de Deus, sempre existiram por toda a eternidade, pois é a base fundamental de Seu Reino de amor.

“Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos. Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. Não matarás. Não adulterarás. Não furtarás. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo”. (Êxodo 20.3-17)

Os Dez Mandamentos são o resumo das características de um Deus de amor. Os primeiros quatro mandamentos descrevem quem é Deus, Seu Poder, Seu território e Sua autoridade. Os últimos seis mandamentos descrevem como é Deus, Sua honestidade, Sua pureza e Sua fé.

“Louvai ao Senhor todas as nações, exaltai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do Senhor dura para sempre. Louvai ao Senhor”. (Salmos 117.1-2)

Todas essas coisas sempre foram verdade, e sempre será verdade. Agora, pela primeira vez, na história da eternidade, Lúcifer começou a violar esses princípios perfeitos. Lúcifer sabia que se fosse compartilhar o Poder e o Status de Deus necessitaria de apoio, e deu início ao trabalho.

Começou sorrateiramente a circular por entre os outros anjos plantando sementes de dúvida e descontentamento a respeito da liderança de Deus, ao mesmo tempo em que sutilmente revelava suas próprias virtudes.

Ele informou que Deus abusava de Seu Poder Supremo e que Suas Leis restringiam a verdadeira liberdade e felicidade de Suas criaturas. Com seu raciocínio audaz e poder de influência, Lúcifer pode persuadir a um grande número de anjos a se unirem para seu motim.

Talvez surja a seguinte pergunta: Como tantos anjos inteligentes puderam seguir a esse rebelde desertor?

Necessário é lembrar de que até esse ponto nenhum anjo tinha escutado uma sequer mentira.

Portanto, ainda nesse primeiro estágio da rebelião os anjos não haviam perceberam a tresloucada obsessão de Lúcifer em assumir a posição de Deus.

Não sabiam ainda que, finalmente, ele planejaria a tortura e o assassinato do Filho de Deus na cruz, junto à dispensação da eternidade futura com a intenção de ocupar o Seu Trono.

Por outro lado, estranhamente, Lúcifer pensou que poderia ocultar-se dos verdadeiros propósitos de Deus.

“Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do Senhor, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece? ” (Isaías 29.15)

Não pense nem por um momento que a rebelião de Lúcifer surpreendeu a Deus, ou seja, pegou o Senhor desprevenido.

O Todo Poderoso sabe de todas as coisas e sonda o pensamento de suas criaturas e Ele entendia exatamente o que estava se passando pela mente de Lúcifer, mas amorosamente, Deus advertiu o desgarrado anjo do perigo.

Por outro lado, no final, o orgulho e a ímpia vaidade não permitiram que Lúcifer se arrependesse. Então, deu-se o início da rebelião total contra Deus, ao contrário, da humilde obediência do anjo rebelado.

Alguns podem até fazer o seguinte questionamento: Isso significa que Deus criou um anjo defeituoso: Não! Mas Ele criou Lúcifer com livre arbítrio. Verão que o livre arbítrio é algo maravilhoso, mas também muito perigoso, incluindo o risco de uma rebelião e a possibilidade de que o amor de Deus seja rejeitado.

Veja que o amor real não pode fluir duma criatura pré-programada – não pode ser forçado, mas sim, efeito de voluntariado.

Por exemplo, vejamos que qualquer tipo de brinquedo seja atraente, como um cachorrinho robô; na verdade, nunca poderá amar, pode parecer vivo e que seja real com seus “movimentos”, mas estará apenas seguindo instruções pré-programadas.

Por outro lado, um animal, verdadeiramente, ele demonstra afeto real, quando esse em contato gera vínculo relacional e tende a crescer, enquanto dele gostar e dedicar cuidado.

Portanto, o amor real de Deus, apenas busca o verdadeiro amor de Suas criaturas, para que isso aconteça elas precisam de livre arbítrio.

A rebelião de Lúcifer é a maior evidência de que ele tinha essa liberdade condicional.

Agora, a grande pergunta continua sendo: Como Deus enfrentaria essa crise? Como lidaria com Lúcifer e com os milhões de anjos que se uniram nessa rebelião?

Existem ainda outros questionamentos, tais como: Por que Deus não acabou logo com essa rebelião? Afinal de conta, ele poderia simplesmente vaporizar Lúcifer com um raio, mas isso teria solucionado o problema? Não! Pelo contrário, isso só teria intensificado as dúvidas e suspeitas que Lúcifer havia plantado na mente dos anjos.

Lembrem-se de que Lúcifer sabia como ninguém da engrenagem interna do Governo de Deus e sua destruição seria vista como parte dum grande clamor e a razão de servir a Deus seria o medo da represália e não o amor.

Mas Deus sabia que pela sua infinita a melhor maneira de se lidar com a crise era permitindo que tudo pudesse seguir o seu curso normal, está seria a única forma de se assegurar de que o mal não se ergueria outra vez.

“Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; o trigo, porém, recolhei-o no meu celeiro”. (Mateus 13.30)

Na parábola do Joio e do trigo Jesus descreve: que um tempo de crescimento é necessário para que uma planta revele sua verdadeira natureza – no seu entendimento infinito Deus sabia pelo tempo que o caráter real de Lúcifer seria exposto. E que os amargos frutos de sua rebelião seriam vistos.

Até o momento, os cidadãos do Universo não estavam familiarizados com o pecado ou, mesmo, onde os levariam.

Mas isso mudaria, quando eles vissem por si mesmos sua terrível natureza autodestrutiva. A final a sabedoria e o amor do Governo de Deus seriam para sempre confirmado, e o Universo estaria seguro.

Impresso
De R$ 32.88 por:
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Ebook (epub)
R$ 15,07

Tema: Teologia, Não Ficção, Bíblias, Bíblia, Religião Palavras-chave: além, amor, barroso, batalha, celestial, deus, geovaldo, humana, poder, pr, rebeldia, visão

Características

Número de páginas: 48
Edição: 9(2014)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




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