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DISPENSAÇÕES BÍBLICAS

O PLANO PERFEITO

Por: Pastor Geovaldo Barroso

DISPENSAÇÕES BÍBLICAS

O Plano Perfeito

“No princípio Deus criou os céus e a terra”.

(Gênesis 1.1)

CAPÍTULO ‒ 1

No princípio

“Ele estava no princípio com Deus”. (João 1.2)

Cristo não foi criado. Ele é eterno, e sempre esteve em comunhão amorosa com o Pai e com o Espírito Santo. O próprio Filho é a Palavra “Verbo”, poderosa através de quem Deus criou todas as coisas.

“Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito da sua boca. Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe os abismos em tesouros. Tema toda a terra ao SENHOR; temam-no todos os moradores do mundo. Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu”. (Salmos 33.6-9)

Ruach (aqui traduzido por espírito) também pode significar sopro; o sopro de Deus, portanto, é equivalente à atividade do Espírito de Deus. Este versículo contém uma verdade bíblica importante – São bases eternas do elo entre o poder da Palavra de Deus e o poder do Espírito de Deus (mediante a operação da fé) sempre libera o poder criativo de Deus em favor do seu povo. “Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”. (Hebreus 11.3)

A fé pela qual entendemos que Deus criou o mundo é a fé na revelação divinamente inspirada que se acha em (Gênesis 1) e noutros trechos das Escrituras. (Salmos 33.6,9)

A Sabedoria Existe?

Cristo é a suprema “Sabedoria” de Deus, e Ele nos ensina que obtemos a sabedoria quando permanecemos na sua Palavra. Por outro lado, é dessa forma que permitimos que ela permanecesse em nós, quando entregamos nossos corações e mentes ao Espírito Santo que em nós habita.

“O SENHOR me possuiu no princípio de seus caminhos e antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade, fui ungida; desde o princípio, antes do começo da terra”. (Provérbios 8.22-23)

Antes da Fundação

“Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus”. (Salmos 90.2)

De Eternidade a Eternidade

Esta expressão refere-se à existência eterna de Deus, que não tem começo nem fim. Eternidade, não significa em primeiro lugar que Deus transcende o tempo, mas, sim, que é infindável no tempo.

Os trechos das Escrituras que declaram a eternidade de Deus fazem-no em termos de continuidade, e não de atemporalidade, Deus conhece o passado como passado, o presente como presente e o futuro como futuro. Deus existiu eterna e infinitamente antes de criar o universo finito.

“Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem o conhecimento e o entendimento”. (Provérbios 2.6)

Depois de o Senhor Deus criar os céus e a terra, Ele não deixou o mundo à sua própria sorte. Pelo contrário, Ele continua interessado na vida dos seus, cuidando da sua criação. Deus não é como um hábil relojoeiro que formou o mundo deu-lhe corda e deixa acabar essa corda lentamente até o fim; pelo contrário, Ele é o Pai Amoroso que cuida daquilo que criou.

Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, auto existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Somente entesourando a Palavra de Deus em nossa mente é que aprenderemos a viver de modo sábio e justo em nosso relacionamento com Deus.

“O SENHOR me possuiu no princípio de seus caminhos e antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade, fui ungida; desde o princípio, antes do começo da terra”. (Provérbios 8.22-23)

As escrituras declaram que Jesus Cristo é a multiforme “Sabedoria” de Deus e a perfeita revelação da natureza e da pessoa de Deus. Cristo não foi criado. Ele é eterno, e sempre esteve em comunhão amorosa com o Pai e com o Espírito Santo. Cristo é a suprema “sabedoria” de Deus, e Ele nos ensina que obtemos a sabedoria quando permanecemos na sua Palavra, permitimos que ela permanecesse em nós e entregamos nossos corações e mentes ao Espírito Santo que em nós habita.

“Desde a eternidade, fui ungida; desde o princípio, antes do começo da terra”. (Provérbios 8.23)

No Princípio com Deus

Cristo não foi criado. Ele é eterno, e sempre esteve em comunhão amorosa com o Pai e com o Espírito Santo. “Antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros, eu fui gerada. Ainda ele não tinha feito a terra, nem os campos, nem sequer o princípio do pó do mundo”. (Provérbios 8.25-26)

O Temor do Senhor

O estudo da Palavra de Deus deve ser acompanhado de perseverante oração, em que o crente contritamente clame por sabedoria e discernimento. “E, se clamares por entendimento, e por inteligência alçares a tua voz, se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus”. (Provérbios 2.3-5)

O Princípio da Sabedoria

Cristo é a suprema “sabedoria” de Deus, e Ele nos ensina que obtemos a sabedoria quando permanecemos na sua Palavra, permitimos que ela permanecesse em nós e entregamos nossos corações e mentes ao Espírito Santo que em nós habita. Portanto, à medida que a sabedoria de Deus entrar em nosso coração, em nossos motivos, desejos e pensamentos interiores é que produzirá vida e poder. Para isso, é necessário que o Espírito da verdade opere em nossa alma, fazendo com que os mandamentos e caminhos de Deus tornem-se um deleite para nós. “Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será suave à tua alma”. (Provérbios 2.10)

Jesus Promete Enviar o Consolador

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, e nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós”. (João 14.16-17)

A Obra do Espírito Santo

O Espírito Santo é chamado “O Espírito da verdade”, porque Ele é o Espírito de Jesus, que é a verdade, instrui quanto à verdade, expõe a mentira e guia o crente em toda a verdade. É mediante o Espírito Santo que Cristo vive no crente, que por esta razão deve expressar amor, adoração e dedicação a Deus.

Espírito de Sabedoria e de Revelação

“Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos de em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação, tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saiba qual seja a esperança da sua vocação e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos”. (Efésios 1.17-18)

A razão dessa medida maior do Espírito é que os crentes recebam mais sabedoria, revelação e conhecimento a respeito dos propósitos redentores de Deus para a salvação, presente e futura, e provem um “poder” mais abundante do Espírito Santo na sua vida.

Para o crente progredir na “graça” obter vitória sobre Satanás e o pecado, dar testemunho eficaz de Cristo e usufruir a salvação final, é necessário o poder de Deus operando Nele.

A Terra Original e Mineral

Quando Deus criou o universo e todos os seres vivos, tinha em mente um Plano que seria executado em lugares e épocas por Ele determinados (Genesis 1.1). Esse Plano visa à glorificação do seu nome em todo o Universo e durante toda a eternidade.

No Princípio Criou Deus

(Criação Original)

“No princípio, criou Deus os céus e a terra”. (Gênesis 1.1)

A criação original (Vs.1) refere-se à criação dos céus e da terra, isto é, ao sistema solar, no passado. Deus podia formar o Universo, ou colocando em movimento certas forças que gradativamente resultariam num cosmo bem ordenado, ou também podia fazê-lo instantaneamente, por um só mandamento do seu poder. Não vemos razão porque não foi por este meio, visto que não existe conflito entre a Bíblia e a ciência autêntica.

Por quanto tempo a criação permaneceu neste estado de perfeição? Na verdade, não sabemos, porque a Bíblia não o revela, mas foi o Pai que propôs, e o Filho o qual agiu pelo Poder do Espírito de Deus. E dessa forma, foi assim, que as três pessoas da Tri Unidade são reveladas na obra da criação.

A Criação do Cosmos

Na verdade, não deixou de ser um “cosmos” perfeito em seu amplo sentido, enfim, nisso cremos, pois em (Isaías 45.18) menciona a criação original da terra. “Porque assim diz o SENHOR que tem criado os céus, o Deus que formou a terra e a fez; ela a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR, e não há outro”, (Isaías 45.18). A descrição do Éden de (Ezequiel 28.13) é diferente do Éden, o lar de Adão, (Gênesis 2.8). “Estavas no Éden, jardim de Deus; toda pedra preciosa era a tua cobertura: a sardônia, o topázio, o diamante, a turqueza, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro; a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado, foram preparados. Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas no meio das pedras afogueadas andavas”. (Ezequiel 28.13,14)

Podemos concluir também que foi dessa mesma posição exaltada que ocupava Satanás aspirou ser igual ao Altíssimo, ocasião em que a grande ira de Deus contra esse anjo fez reduzir a terra original a um estado de caos absoluto, fato registrado em (Gênesis 1.2; 1 Timóteo 3.6). A terra se tornaria inabitável. “Veio mais a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro e dize-lhe: Assim diz o Senhor JEOVÁ: Tu és o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estava no Éden, jardim de Deus; toda pedra preciosa era a cobertura: a sardônica, o topázio, o diamante, a turquesa, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro; a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado, foram preparados. Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito “eras nos teus caminhos, desde o dia em que fostes criados, até que se achou iniquidade em ti”. (Ezequiel 28.11-15)

Satanás e suas hostes ficaram sem morada certa. Este fato serve para explicar por que ele retornou ao Éden, seu antigo lar, procurando a expulsão dos novos donos, que eram Adão e Eva, contra os quais teve ira. “Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim protetor, entre pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniquidades, pela injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te veem. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre” (Ezequiel 28.16-19). Satanás e suas hostes têm inimizade contra a raça humana até hoje. É sugestão de alguns que os demônios são espíritos destituídos de corpos físicos, que sempre o procuram (Mateus 8.31), e que seriam os espíritos dos habitantes da terra no estado original.

Período das Eras Glaciais

“No princípio, criou Deus os céus e a terra, e a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”, (Gênesis 1.1-2). Quando Deus criou o universo e todos os seres vivos, tinha em mente um Plano que seria executado em lugares e épocas por Ele determinados.

A Terra

(Tornou-se um Caos)

Como já observamos em (Isaías 45.18), a terra original não foi criada como um caos. Por outro lado, a terra se tornou em caos, sendo submergida na água.

Não havia luz de espécie alguma. Nenhuma distinção havia entre terra e céus. Nenhuma terra seca havia e nenhum firmamento que dividisse as águas. E também nenhuma vida mais, a não ser alguma semente no fundo do oceano. Foi o castigo mais tremendo jamais aplicado a algo criado de Deus de que temos notícia. Que demonstração do poder destruidor de Deus quando tem de aplicar sua disciplina à coisa ou a alguém!

Entretanto, quanto tempo durou essa condição não sabemos, mas presumivelmente podemos colocar neste espaço de tempo todas as eras geológicas que a geologia moderna ensina, e dizer que tudo isso existia antes dos “dias” da reconstrução da terra, mencionados no capítulo 1 de Gênesis. “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”. (Gênesis 1.2)

O Argumento da Criação

Toda a história bíblica foi escrita para revelar Deus na história, isto é, para ilustrar a obra de Deus nos negócios humanos. Consideremos a extensão do universo – O universo é um sistema de milhares e milhões de galáxias. Cada uma delas se compõe de milhares e milhares de estrelas.

Perto da circunferência de uma dessas galáxias – a Via Láctea – Existe uma estrela de tamanho médio e temperatura moderada, já amarelada pela velhice – que é o nosso Sol.

E imaginemos o Sol, como sendo em extensão “milhões de vezes” maior do que a nossa Terra! O Sol está girando em uma órbita vertiginosa em direção à circunferência da Via Láctea a 19.300, metros por segundo, levando consigo a Terra e todos os planetas, e ao mesmo tempo todo sistema solar está girando num gigantesco circuito à velocidade incrível de 321 km por segundo, enquanto que a própria galáxia gira, qual colossal roda gigante estrelar. No observatório de Harvard College tem uma fotografia que inclui as imagens de mais de 200 Vias Lácteas – todas registradas numa chapa fotográfica de 35x42 cm. Calcula-se que o número de galáxias de que se compõe o universo é da ordem de 500 milhões de milhões. Consideremos nosso pequeno planeta e nele várias formas de vida existentes, as quais revelam inteligência e desígnio divinos. Naturalmente surge a questão: Como se originou tudo isso? A pergunta é natural, pois as nossas mentes são constituídas de tal forma que esperam que todo efeito tenha uma causa. Logo, concluímos que o universo deve ter tido uma Primeira Causa, ou um Criador.

Águas Debaixo do Firmamento

“E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi. E chamou Deus à expansão Céus; e foi a tarde e a manhã: o dia segundo. E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca. E assim foi”. (Gênesis 1.7-9)

A obra desse dia era a instituição do firmamento chamado céus, ou seja, a atmosfera em cima de nós, cujas nuvens retêm a unidade (as águas sobre o firmamento), separando-as das águas de sobre a terra.

A Terra é Restaurada

“E disse Deus: Haja luz. E houve luz”. (Gênesis 1.3)

Os registros de (Gênesis 1.3-31; 2.1-3) não referem à obra da criação original, e sim, a um período de tempo em que a terra ficou liberta de sua condição caótica.

Como Deus Criou o Mundo?

Foi obra administrada pelo Espírito de Deus (Gênesis 1.2). As razões para opinar que esses “dias” não eram períodos de 24 horas são as seguintes: três desses “dias” se completaram antes mesmo do aparecimento do sol. A palavra dia nas Escrituras muitas vezes significa um período de tempo de duração indefinida como em (Salmos 95.8; João 8.56; 2 Coríntios 6.2; 2 Pedro 3.8). Não há razão para dizer que o mundo tem só 6000 anos. A cronologia bíblia data a criação do homem, e não da criação do mundo.

Como Deus Criou o Mundo?

Dia 1 – A Luz; Dia 2 – O Firmamento; Dia 3 – A Terra Seca; Dia 4 – Os Luzeiros; Dia 5 – Os Peixes e as Aves; Dia 6 – Os Animais e o Homem; Dia 7 – O Descanso.

A Terra Adâmica

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou”. (Gênesis 1.26-27)

Deus criou o homem como à coroa e glória de toda a criação, sua própria imagem, para ser ele o regente e cabeça da criação perfeita do mundo edênico.

O Homem

(Criação e Posição)

“E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, da banda do Oriente, e pôs ali o homem que tinha formado” (Gênesis 2.8). Havia íntima comunhão entre Deus e o homem, pois notamos que Deus (Gênesis 3.8). “Passeava no jardim pela viração do dia”. Deus criou o homem como à coroa e glória de toda a criação, sua própria imagem, para ser ele o regente e cabeça da criação perfeita do mundo edênico. O homem foi dotado de inteligência perfeita e capacidade para poder administrar o mundo segundo a mente de Cristo. Deu nomes aos animais, sendo orientado por uma intuição dos propósitos divinos ao seu respeito.

Dispensava perfeitamente todos os meios comuns da ciência, que são os livros, as escolas e a experiência. O homem sabia por intuição e não por processos didáticos. O primeiro homem era perfeito físico, mental e moralmente. Em (Romanos 3.23) descobrimos que ele tinha a glória de Deus. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. Cristo é a imagem de Deus e o homem foi feito à imagem de Deus.

Cristo o Original – Adão a Cópia

O homem foi criado em Cristo, a eterna imagem de Deus, e formado segundo Ele, a eterna semelhança de Deus ou Sua visível representação.

A Origem do Homem

Nada há de definitivo que conteste a existência real da história de Adão e Eva (Gênesis 2.18-25). Todas as objeções em aceitar esta verdade se baseiam em conceitos subjetivos de improbabilidades.

Para muitos, Adão e Eva não passam de mitos e fábulas. É na condição de seres humanos que querem de todas as formas a rejeição da história bíblica por não desejarem saber a verdade, pois esta pode proporcionar-lhes muitos incômodos. Jesus citou o fato da existência de Adão e Eva como real historicamente sem qualquer lapso de dúvidas (Mateus 19.4-6). A raça humana é oriunda de um único ser, Adão. (Romanos 5.12)

“Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez”. (Mateus 19.4)

A Criação do Homem

Tanto o homem quanto a mulher (Gênesis 1.26-28) foi criação especial de Deus, não um produto da evolução. (Mateus 19.4; Marcos 10.6)

O homem e a mulher, igualmente, foram criados à “imagem” e “semelhança” de Deus. A base dessa imagem, podia se comunicar com Deus, gerar comunhão com Ele e expressar de modo incomparável o seu amor, glória e santidade. Eles fariam isso conhecendo a obedecendo a Deus. (Gênesis 2.15-17)

Eles tinham semelhança moral com Deus, pois não havia pecado, eram santos, e havia decisão para fazer o que era certo (Efésios 4.24). Viviam em comunhão pessoal com Deus, que abrangia obediência moral. (Gênesis 2.16-17)

Quando Adão e Eva pecaram, sua semelhança moral com Deus foi desvirtuada (Gênesis 6.5). Na redenção, “os crentes em Jesus Cristo” devem ser renovados segundo a semelhança moral original. (Efésios 4.22-24; Colossenses 3.10)

Adão e Eva possuíam semelhança natural com Deus. Foram criados como seres pessoais tendo “espírito”, “mente”, “emoções”, “autoconsciência” e “livre arbítrio”. (Gênesis 2.19-20; 3.6-7; 9.6)

Em certo sentido, a constituição física do homem e da mulher retrata a imagem de Deus, o que não ocorre no reino animal. Deus pôs nos seres humanos a imagem pela qual Ele apareceria visivelmente a eles (Gênesis 18.1.2,22) e a forma que seu Filho um dia viria a ter. (Lucas 1.35; Filipenses 2.7; Hebreus 10.5)

O fato de seres humanos terem sido feitos à imagem de Deus não significa que são divinos. Foram criados segundo uma ordem inferior e dependentes de Deus (Salmos 8.5). Toda a vida humana provém inicialmente de Adão e Eva. (Gênesis 3.20; Atos 17.26; Romanos 5.12)

Impresso
R$ 34,78

Ebook (epub)
R$ 15,07

Tema: Teologia, Não Ficção, Bíblias, Bíblia, Religião Palavras-chave: barroso, bíblicas, deus, dispensações, geovaldo, jesus, o, perfeito, plano, poder, pr, senhor

Características

Número de páginas: 94
Edição: 16(2018)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




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