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ONDE O PROFETA ERROU?

Um resumo da Historia da Humanidade

Por: I. BORIS VINHA / BORIS VIGNA

Este não é um livro religioso, nem doutrinário e muito menos desrespeitoso com qualquer religião e seus profetas.

Tenta mostrar a possibilidade da fé, mesmo sem se aprisionar nas amarras da religiosidade e da política, sem medo das divindades e mostrando que o (a) Deus (a) Singular não tem donos; não pertence a nenhuma entidade religiosa.

O (a) Criador (a) é uma Energia Pura, Justa e Única; não castiga, não mata e não manda matar, não pertence a ninguém em especial.

...

O Contexto

- uma longa introdução.

Por que alguém discutiria os textos bíblicos se religião não se discute? Por que alguém comentaria os escritores antigos e divinos?

− Por quê? ...Perguntariam...

Ora, porque religião deve, sim, ser discutida, deve ser comentada e até atualizada. - Senão os ensinamentos escritos em épocas de pouca informação cultural, moral e ética, como os entendemos, deixarão de ser os pretensos ensinamentos bons para escravizarem os seus seguidores e, assim, transmitirão doutrinas que podem atrapalhar a evolução da humanidade ao invés de torná-la cada vez melhor. Deveriam unificar a fraternidade e a paz entre os humanos. Possivelmente, dessa maneira pensaram vários filósofos, escritores e até um presidente norte-americano, o Thomas Jefferson que em 1 813, treze anos antes de sua morte, escreveu uma 'releitura' da bíblia, a que ficou conhecida como a 'Bíblia de Jefferson'.

Se analisarmos profundamente, poderemos ver e sentir que a religião e a política, como foram formuladas, são os fatores mais importantes na separação dos povos, desde o surgimento do primeiro hominídeo: -Povos guerreiam, matam-se entre si, separam os irmãos de sangue, escravizam, cerceiam as liberdades em seus nomes. Talvez, com menos religião e com menos política, do modo que nos foram ensinadas, o humano se tornasse melhor, livre e mais tolerante. Sabemos que as desigualdades existem e possivelmente existirão para sempre; isso é a consequência da formação moral da humanidade.

Grupos diferentes de humanos surgiram em várias partes do planeta, desde o surgimento do Povo Adâmico, os Adãos e Evas bíblicos, e cada um transmitiu geneticamente a sua evolução para os seus descendentes.

-... Os mais fortes dominaram os mais fracos,... e continua!

E além da transmissão genética, o fizeram também através de suas doutrinas após terem descoberto que havia sobre eles uma Energia singular superior aos seus conhecimentos.

-... Descobriram o (a) Deus (a) Criador (a).

Acreditamos que essas desigualdades, geradas no surgimento dos vários grupos, devam ser entendidas e toleradas com mais caridade, mais bondade e com muito mais dignidade. Se não nos apegarmos tanto nas amarras da religião e não dermos tanta importância para a política, com certeza, seremos melhores e as fronteiras não existirão.

Os dogmas, as doutrinas, os textos mal interpretados ou mal escritos, influem no dia a dia do humano.

Religião não pode ser misturada com política e a política não pode interferir na religião. Os preceitos antigos podem ser mantidos, mas poderiam ser atualizados.

Somente a fé, inerente ao humano desde quando recebeu o 'fluído cósmico espiritual inteligente', teria importância no sentido da manutenção dos valores morais. Se o humano não tiver fé, e não importa no que ou em quem, iguala-se aos seus semelhantes animais irracionais.

Portanto, a fé é necessária para que as fronteiras do respeito mútuo sejam definidas, mas sem medos.

Muitos discutiram sobre religião e quase todos foram considerados hereges pelas igrejas.

A heresia tem maior conotação nas acepções religiosas e são consideradas críticas, mas podemos ser hereges também na literatura, na política e nas descobertas científicas.

Basta termos uma opinião firme sobre um assunto conhecido e sermos contra os princípios desse assunto, que podemos ser considerados hereges.

Aliás, heresia, hairesis em grego, significa 'opinião firme'. As religiões consideram hereges os não crentes em suas doutrinas:

Para a Igreja Católica, heresia é a constatação de erros doutrinários e para os quais o católico não pode ter dúvidas. E é herege, por exemplo, quem se posiciona contra os princípios básicos da doutrina, como a posição de que a família é o elo, a célula primordial na formação da sociedade; e é herege quem se posiciona contra a concepção humana ou a favor da interrupção do nascimento, como a utilização de preservativo anticonceptivo ou do próprio aborto.

Pensamos que a Igreja está correta em defender seus princípios básicos; quem não os aceita e tem uma posição herética sobre eles deve se afastar dela. Entretanto, somos favoráveis que os princípios sejam atualizados para que acompanhem a evolução da humanidade.

Manter os princípios antigos, de milhares de anos atrás, sem nenhuma atualização, totalmente fora dos eventos que surgem como padrão, somente afasta o fiel mais esclarecido, mais evoluído espiritualmente.

Um principio válido há dois, três mil anos atrás, pode se tornar um problema de saúde e higiene atualmente. As doenças atuais não são as do tempo dos formuladores das doutrinas. Não poderemos ser livres no íntimo se a religião nos intimida, nos pune, nos proíbe de pecar mesmo que sejamos humanos fracos.

Todos os escritores bíblicos antigos, e mesmo os mais recentes formuladores de doutrinas, sempre se colocaram contra qualquer oposição aos evangelhos de suas igrejas.

Pedro, o Simão, na sua segunda epístola, chama as seitas novas de heréticas só porque não eram cristãs.

Movimentos heréticos dos primeiros séculos eram considerados perigosos para a ortodoxia da doutrina cristã que se formava. Mesmo nos tempos anteriores a Jesus podemos encontrar hereges, como nos ensinamentos de Platão sobre a divindade. Já naqueles tempos os filósofos procuravam um 'conhecimento' especial de Deus.

− Não vemos a Energia Superior, mas a sentimos ao nosso redor e nela acreditamos,... diziam os mais intuitivos.

Esses ensinamentos foram difundidos e criaram uma fonte de novas ideias sobre a divindade. Deus era a ideia pura e principal, e os seus profetas e santos eram simplesmente seus intermediários. Para eles, o Universo surgiu de emanações divinas e não explicáveis para o humano comum.

Esses pensamentos neoplatônicos ressurgem com força na atualidade, e podem até ser considerados como lógicos, apesar de serem heréticos. No início do cristianismo, até trezentos anos depois, faziam objeções ao 'Jesus Deus'.

Muitos filósofos tinham interpretações próprias da nova doutrina e cada um deles afirmava que a sua interpretação era a correta.

A Trindade, 'Pai, Filho e Espírito Santo' não era acreditada pelos novos cristãos.

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Tema: Ficção e Romance, Cultura Bíblica, Ciências da Religião Palavras-chave: bíblia, deus, heresia, profeta, santo

Características

Número de páginas: 306
Edição: 1(2011)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




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