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A História Criminal do Governo Inglês pelo Mundo (Copista Moderno)

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Por: Elias Regnault

Tantas têm sido as arbitrariedades praticadas pelo Governo Inglês no quadro das nações.

O Brasil e Portugal, o que não já não sofreram?

Ameaçados em sua política, em sua indústria, em seu comercio, em seu engrandecimento com nação; estes dois povos saudarão sem dúvida, com enormes alegrias, o dia em que cair o colosso, que com soberba, se aprazia em calcá-los aos pés.

As simpatias da França perderam-se para a orgulhosa Albion (Grã-Bretanha); a Espanha não a considera mais como sua aliada, mas sim como sua inimiga; a Rússia, tendo que saciar sua vasta ambição no Oriente, patenteará seu antigo ódio; em Portugal se reconhece em cada um de seus filhos um adversário, um aliado da tirania, e nem querem em consentir que corram as águas do Tejo sem sua licença; na Ásia e na América, as nações sentem a necessidade de se separar-se dela; hoje, no Brasil, quem há aí tão desmemoriado, tão impassível ao ponto de não percebe que correr-lhe no povo a raiva no sangue com tantos insultos quantos nos têm dirigido esses miseráveis comandantes de navios de guerra britânicos, cópias fieis do detestável governo, autor de tantas desgraças!

Todos que tiverem um coração, leiam estas histórias; abram estas páginas escritas com sangue e ganância, desenrolem esta sucessiva cadeia de não interrompida série de traições, perfídias e usurpações, que como tradições recebidas, aceitas e sagradas transmitem uns aos outros os diferentes governos da Inglaterra.

A História Criminal do Governo Inglês não quer declamações nem hipérboles. Os fatos por si mesmos falam. Narrar é acusar; ler é condenar. Nesse livro de horror, em que cada página é uma nódoa e cada linha uma infâmia, só na escolha de selecionar a riqueza e fecundidade de crimes dessa nação maldita já nos embaraçavam.

Ninguém contudo se engane.

Não pretendemos tornar a população inglesa cúmplice do seu Governo. Uma idêntica solidariedade é imensa e horrorosa; cumpre-nos desde já repudiá-la. As nações são responsáveis unicamente quando livres

O que queremos combater é essa criminosa oligarquia, que Napoleão amaldiçoava em seu leito de morte. O que nós queremos expor á execração dos povos é essa odiosa comunidade de feudais mercadores, que erigiram a rapinagem em princípio, e constituíram a mentira, a calúnia e a trairagem como tradição.

De bom-grado estenderíamos a mão ao povo britânico; para chegar, porém, a ele, nos é necessário precipitar no pó esta monstruosa aristocracia que o encadeia em uma pomposa escravidão.

Até hoje o sucesso pareceu recompensar a má-fé e justificar a desonra. Ávidos calculadores, que fizeram da política uma especulação e da diplomacia uma agiotagem, mostram faustosamente suas mal adquiridas riquezas, e ludibriam a virtude com o espetáculo magnifico de uma imoral fortuna.

Não se erguerá, pois, um povo que terá o papel de vingador dos povos?

E a França, que foi sempre o apoio dos oprimidos, recusaria hoje o coadjuvar com a Providência?

Entretanto, quando em outras eras essa mesma Inglaterra, afastando-se do caminho cristão, resvalava lentamente para o paganismo saxão, foram guerreiros franceses que se reuniram, na voz do Soberano Pontífice, e a converteram de novo.

É chegado o tempo de ir castigar esses degenerados Normandos, que devem receber exemplos dos seus avós.

O Governo Inglês, violando os direitos de todas as nações, lançou-se fora da lei.

Desenrole-se a bandeira da cruzada europeia contra esses piratas!

Que todas as nações e cidades se levantem, e repitam o sagrado grito — Deus o quer! Deus o quer!

Nunca uma excomunhão foi tão bem merecida; e quando o colosso de barro cair a golpes dos povos indignados, nunca na história dos impérios terá maior lição que sobressaia de tão grande ruína.

Elias Regnault

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Características

Número de páginas: 381
Edição: 1(2023)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




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