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UMA REVOLUÇÃO QUÂNTICA

Consciência ou Matéria?

Por: Ernesto Bono

Certos cientistas acreditaram que somente a Neurologia, a Bioquímica cerebral e a Neurofisiologia têm elementos do conhecimento capazes de fundamentar a Física Quântica Ondulatória e fortalecê-la como uma ciência definitiva e autêntica da objetividade cósmica, fundamentando inclusive a Mente-Consciência observadora do homem.

Acharam que o assim dito funcionamento do cérebro ajudaria a entender o que vem a ser o pensamento, o que é a consciência em si, a mente. Este conjunto ou “organon” no começo do século XX teriam ajudado os cientistas a descobrir os tesouros da física quântica. Entrementes, não parece que esses buscadores acertaram em cheio.

A todo momento, os físicos quânticos apresentado na obra, indo muito além da matéria, além da mera objetividade pretensamente material, reconhecem a inseparabilidade entre o sujeito e o objeto, e a condição UMA primordial.

Ou seja, a Unicidade de tudo. Os mestres da física quântica enfatizam e louvam, como raramente podia se ver via, a importância do pensamento cerebral, e inclusive da intencionalidade, da observação ou observador e principalmente da Mente e da Consciência, e que espero sejam Verdadeiras, porque secundárias ou falsas mentes também existem.

Em nenhum tomo, livro, alfarrábio de filosofia e teologia ocidental, de todos os tempos, pode-se encontrar alguma explicação realmente esclarecedora e definitivamente convincente sobre a mente – e isso da parte dos filósofos e teólogos do mundo Ocidental – eles tiveram que apelar para os cientistas modernos da ciência biológica e da neurofisiológica.

Valeram-se também de um notável e sapientíssimo teólogo que falou muito bem e falou de tudo, mas nada disse a respeito do Reto Conhecimento, do qual alguns físicos da quântica ondulatória também carecem.

Nossos amigos biólogos e neurofisiologistas não levaram em conta que tudo o que chamamos de natureza organizada, de mundo organizado, de química orgânica e bioquímica, de fantásticas macromoléculas, peptídeos etc. etc., tudo isso era e é tão-somente obra ou fruto do Pensamento Primevo. Ou melhor dito, fruto de uma atividade pensante que não é igual à pretensa bioquímica cerebral trabalhando e informando. Tal atividade transcende e escapa

Nossos amigos se esqueceram também e principalmente da fantástica sabedoria dos taoístas, budistas, hinduístas, iogues, zenbudistas, lamaístas, xamãs, que têm muitas explicações boas, e respostas para quase tudo.E esqueceram também das conquistas do espiritualismo ocidental e das psicociências paranormais que com relação à mente mergulharam fundo, muito mais que um Freud, que desprezava o espiritualismo científico e a metapsíquica de seu tempo, coisa que Karl Jung, aliás, não fez. Foi mais atento e cuidadoso.

Eles se esqueceram porque de fato é extremamente difícil entender essas ciências da Mente Verdadeira e do Espírito, com muito mais de cinco mil anos de idade, sem levar em conta os enfoques mais recentes, que a ciência acadêmica não considera.

Preferiram apelar então para a biologia, bioquímica e neurofisiologia. Achando que elas ofereceriam uma resposta para os dilemas cognoscitivos e perceptuais da física quântica, e que acabaram não oferecendo.

É lamentável dizê-lo, mas as colocações e “provas” da neurofisiologia apresentadas na obra se conflitam por completo com as colocações da física quântico ondulatória, malgrado uma personagem do filme (Quem Somos nós, número 1 e 2), por arte dos diretores e idealizadores do filme, se encaixe muito bem nos dois enfoques, aparentemente conflitantes, conciliando tudo com inteligência.

As ciências biológicas insistem em se basearem na pretensa matéria organizada – que nunca ninguém criou nem organizou. Nem o Deus bíblico fez isso, nem o Acaso deificado da ciência . Por causa do pensamento ladino e da sutil estruturação pensante-pensada (cérebro), tal pretensa matéria organizada se apresenta tal e qual como tais ciências acham que seja.

As moléculas da química orgânica ou organizada e as macromoléculas da bioquímica ao se rearranjarem, por puro acaso, teriam originado as células, os milagrosos genes, os hormônios, os peptídeos, as proteínas, os aminoácidos, glicídios, lipídios e muitas lorotas mais, as quais tudo parecem resolver, mas não explicam nada.

A física quântico ondulatória, em seus estudos extremados da objetividade natural, sem o querer, caiu em cheio numa subjetividade e objetividade especiais, que com razão chamou Consciência, Mente, Espírito, SER.

Mas a biologia científica, a bioquímica e a neurofisiologia, ocupando um espaço que não lhes cabe, (pois elas são objetividade), que é a epistemologia ou modo correto de conhecer, , não ofereceram resposta alguma ao dilema do Reto Conhecimento e Saber Perfeito. Apenas apresentam suas complexíssimas estruturações e colocações, resultando em pretensas descobertas cerebrais que não nos levam a parte alguma. Deve-se salientar e gritar contra que o objeto (proteínas) jamais pode conhecer o objeto ou o cérebro proteico.

Acredito que este livro, principalmente [mais nove inéditos meus, a espera de editor], oferece uma preciosa contribuição a esse intrigante tema da física quântica ondulatória em si, e também aos profundamente interessados pelas verdades dessa notável disciplina. Sinto e Sei que é exatamente assim. Portanto, espero que façam bom proveito... Ernesto Bono .

Impresso
R$ 43,11

Ebook (epub)
R$ 11,84

Tema: Medicina, Psicologia, Filosofia Palavras-chave: a.n.whitead, alan, alternativo, arthur, bioquímica, boehme, budismo, capra, científica, conhecimento, cordas, cérebro, cósmico, da, das, david, de, diferente, dna, e, eddington, eletromagnetismo, elétrons, endeusamento, energéticas, epistemologia, espaço, falsa, filosofia, fred, fritjof, física, gravidade, hinduísmo, macromoléculas, magnetismo, material, mesons, neurofisiologia, neuropeptídeo, neuropeptídeos, ondas, ondulatória, paralelo, partículas, pasta, pensamento, peptídeo, peptídeos, percepção, possibilidades, prof., prótons, quantico, quântica, quânticos, rna, saltos, sensibilidade, sensorialidade, sir., subatômicas, taoísmo, tempo, unicidade, universo, vazio, verdadeira, wolf, zenbudismo

Características

Número de páginas: 296
Edição: 1(2011)
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.




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