Mageía: Regimes de Eficácia, articula em rigor acadêmico e densidade filológica, o diálogo comparativo entre os Papyri Graecae Magicae e a Quimbanda brasileira contemporânea. Volume intermediário entre Mágos: dos Papiros Mágicos Gregos à Quimbanda e o último volume de uma trilogia, o livro reúne, em sua Parte I, quatro estudos monograficamente autônomos sobre a categoria de magia: definição crítica, genealogia filológica do nome grego, gramática material da operação ritual, e regime jurídico-discursivo entre Roma e a demonologia cristã tardia. Cada estudo mobiliza rigorosamente a bibliografia canônica dos estudos comparativos da religião antiga (Frankfurter, Graf, Bremmer, Smith, Rives, Dickie, Gordon, Marco Simón) em diálogo sistemático com a Quimbanda.
Em sua Parte II, o volume desloca o eixo da morfologia comparativa para a gramática prática da mediação ritual, articulando seis seções sistemáticas dedicadas à formação do operador, à palavra e ao canto, à escrita e à inscrição, ao sacrifício e à nutrição ritual, às topografias de poder e aos regimes de eficácia. Sete vetores material-fenomenológicos (corporeidade operativa, voz como matéria substancial encarnada em fundamento, cromática ritual, temporalidade e materialidade do invisível, materialidade em rede, sensorialidade integrada) organizam analiticamente a arquitetura conceitual da Parte II.
| Número de páginas | 526 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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