As condições de expressão artística e suas possibilidades são dificílimas. A modalidade “pena sobre página branca” traça um tipo de “pintura-desenho” através do qual a organização do “logos” – palavra por palavra - se faz em absurda poesia.
É justamente nesta dificuldade (que é condição e possibilidade também) que se “edifica” esta poesia como torre de Babel que pende no devir, mas não cai no enfim.
Tudo é dado a acontecer coletivamente atravessando tempo e espaço entre aquele que escreve e aquele que frui: esta poesia não se completa tanto na imagética do autor; muito mais no sentido que o leitor dá para ela – já não mais pertence ao que maneja a pena.
| ISBN | 978-1-257-93125-5 |
| Número de páginas | 139 |
| Edição | 2 (2011) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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