Sua empresa está cheia de projetos, reuniões, dashboards e prioridades.
Mas o que realmente está mudando?
Helena Duarte acaba de assumir uma diretoria na Ventura, uma varejista de oitenta anos que fala de transformação digital há mais de uma década. A empresa tem squads, jornadas, produtos, laboratórios de inovação, automações e dezenas de projetos de inteligência artificial.
Também tem cento e dezessete iniciativas estratégicas, trinta e oito prioridades críticas e uma enorme dificuldade para resolver problemas reais.
Quando um projeto de IA no atendimento, celebrado como caso de sucesso, provoca uma crise com clientes e com o conselho, Helena descobre que o projeto não falhou apesar da governança.
Ele falhou seguindo a governança.
A solução atingiu a meta de redução de pessoas antes de comprovar que funcionava. O cronograma avançou. O payback foi protegido. Os indicadores de execução permaneceram verdes.
Só o resultado piorou.
Pressionada a reagir, Helena começa fazendo aquilo que aprendeu durante toda a carreira: cria planos, cobra responsáveis, aumenta a frequência das reuniões e acompanha mais indicadores.
Quanto mais trabalha, menos o problema parece avançar.
Para sair do labirinto, ela terá de questionar não apenas projetos e processos, mas a própria lógica que orienta decisões, orçamento, poder, capacidade e responsabilidade dentro da empresa.
A organização tarefeira é uma ficção corporativa sobre empresas que fazem muito, aprendem pouco e confundem movimen
| ISBN | 978-65-266-8187-9 |
| Número de páginas | 587 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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