Anti-arte

experimentos em artes visuais e poemas conspiracionais

Por Mauricio Duarte

Código do livro: 30889

Categorias

Artes, Filosofia, Poesia

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Sinopse

Anti-arte? Como assim?

Numa perspectiva ampla, ilustrar é “iluminar alguma coisa.” Desde

Gutemberg, essa alguma coisa é um livro e a reprodutibilidade desse livro

tinha sido garantida através dos tipos móveis criados pelo artista

gráfico alemão.

Capturar a “essência” de algo não é a questão. A questão é:

a poeticidade das ilustrações não significa nada sem um texto

que as complete. Podemos falar do lugar da ilustração em

pesquisas acadêmicas e podemos falar

sobre o lugar ontológico da ilustração.

Felizmente ou infelizmente, tudo o que podemos tocar, ver, cheirar

e outras das capacidades cognitivas humanas (em linguagem

específica) tem um discurso por trás, tem um texto por trás.

Contudo, a ilustração “em si mesma” não necessita disso.

O tema é vasto e não se esgota; podemos dizer que a ilustração

necessita de um texto para funcionar, mas ela tem suas próprias

questões; por exemplo: a ilustração pode ser narrativa,

informativa e... publicitária.

Embora eu não esteja fazendo arte panfletária; minha arte é um tipo

de “propaganda libertária” se isso existe ou existia. Não obstante, eu não

estou atrelado a nenhuma corrente da assim chamada linha anarquista

ou da corrente ortodoxa socialista e não, não estou

atrelado a nenhuma corrente direitista ou centralista.

Eu sou um artista visual e minha arte (ou anti-arte) é neoísta, conspiracional,

neodadaísta ou qualquer coisa que você queira chamar,

nada mais e nada menos.

Interferências em pseudo-ready-mades, mídias alternativas em pinturas

digitais e poemas conspiracionais, compõem o livro que visa estabelecer

diálogo entre as diversas esferas anti-artísticas do neoísmo.

Os limites entre ilustração, design gráfico e arte conceitual são estreitos

quando levamos em conta que, na atualidade, a arte contemporânea

chegou a um ponto sem saída, sem futuro.

As obras apresentadas neste livro correspondem às séries que

intitulei Materialidades e Vermelho Célere.

Representam minha produção artística do anos de 2008 e 2009

nessa linha conceitual.

Características

Número de páginas 50
Edição 7 (2010)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Idioma Português

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Mauricio Duarte

Mauricio Duarte é um meditador.

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