O sexo não precisa ser um roteiro impecável, nem um segredo sufocado pelas sombras da culpa. Ele é, na verdade, a celebração mais crua, visceral e honesta da nossa própria humanidade.
Nesta antologia poética intensa e libertadora, o leitor é convidado a uma jornada de entrega absoluta, dividida em ciclos que exploram todas as facetas do desejo. A obra começa mapeando a densidade quase espiritual da atração, onde os corpos se comportam como tempestades elétricas e marés furiosas , para então abandonar qualquer erudição e mergulhar de cabeça na linguagem da carne.
A cada página, os versos percorrem a geografia do prazer através de diferentes ângulos e posições. Da simetria vertiginosa de um 69 à força bruta de um choque contra a madeira; do encaixe lento e quente no colo à urgência desesperada no azulejo frio de um banheiro. Aqui, a vulnerabilidade se transforma em força, o gemido ofegante mistura-se ao riso cúmplice, e o instinto animal não pede licença para se manifestar.
Mais do que uma coletânea de poesia erótica, este livro é um manifesto sobre a alegria de desmoronar junto com quem se deseja. Um convite irrecusável para quebrar as regras, sujar-se de vida e permitir que o êxtase, em toda a sua glória e fartura, simplesmente escorra.
| Número de páginas | 60 |
| Edição | 1 (2023) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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