ESCRAVIDÃO

O ser humano, com preço...

Por Paulo Roberto Rosa

Código do livro: 41538

Categorias

Geografia E Historia, Psicologia

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Sinopse

Um tempo vergonhoso da humanidade, como um todo...

.

O anuncio da época, fala por si só. Percebam, quando um escravo fugia, os anúncios tomavam conta dos meios de comunicação disponíveis. Tratando o ser humano, como coisa, objeto, ser de segunda categoria, moeda, mercadoria, produto, serviçais, objeto, propriedade...

.

Era a coisificação escrava, que dava a ideia de posse, para quem os tivessem...

Onde tudo tem um início vergonhoso, não se pode ter honra. Logo, os negros oriundos de África, estarão pagando o preço da vergonha da humanidade...

Quando o negro era sequestrado de sua família, do seu lar, de seu trabalho, de sua fazenda, de sua casa, enfim do seu convívio social – e a partir daí era feito prisioneiro em seu próprio país ou localidade, devido às guerras e/ou conflitos entre tribos e países de África, era tornado escravo, começava neste momento um legado verídico. Este livro contará a história do escravo, o negro, trazido de sua sociedade em África para o Brasil, Onde irá acontecer algo que certamente estará mudando toda a sua vida – com este modo de aprisionamento em sua continuidade. Na verdade, estava começando a acontecer um sequestro, e este sequestro não era somente o sequestro do corpo, mas sim dos seus significados e dos significantes de sua vida. E estes significados representavam para ele, o negro, o escravo, muito mais que a retirada daquilo que tanto estimava e amava, seria a retirada das possibilidades de liberdade que um ser humano sente, pois o ser humano nasceu para ser livre, portanto é um ser livre e não dominável.

Agora, ele, o escravo, sequestrado de sua sociedade, estará sendo vendido, virará mercadoria, coisa, ser de segunda categoria... Esta historia real, ele viverá... Desde o seu início até o final...

Agradecimento especial à psicóloga: Marta Rosa, que muito ajudou, com relação a parte psicológica do sentimento do escravo dessocializado e despersonalizado, o qual não seria possível na construção deste pensamento e obra...

Contato:

Tel: 021 - 99564.8377

[email protected]

O autor é:

.

Escritor;

.

Graduado em história;

.

Pós-graduado - História da África e sua Diáspora Escrava;

.

Pós-graduado em Terapia Familiar;

.

Bacharel em Teologia;

.

Mestrado em Teologia;

.

Doutorando em Teologia.

.

.A editora.

Características

Número de páginas 85
Edição 1 (2011)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Idioma Português

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20 comentários
Paulo Roberto Rosa
Segunda | 26.09.2011 às 12h09
Afrinica - Uai sô, eta Minas Gerais cidade de Chico Rei e cia LTDA, muito obrigado, fique bem a vontade com relação a tudo. Existem doutores desta área que acham que não existiu a Dessocialização e nem a despersonalização escrava, imagine...Absurdo, só falta dizerem que a escravidão não ocorreu na história da humanidade... abração forte.... P. Rosa
Paulo Roberto Rosa
Segunda | 26.09.2011 às 12h09
Afrinia - Uai sô... Eta Minais Gerais cidade do Ouro daa minas e etc... Muito obrigado colega!! Qualquer coisa fique bem a vontade, daqui pouquinho mais estarei publicando o terceiro livro, e já estou me preparando para o vol II deste assunto, o que seria o quarto livro publicado. Este assunto é interessante, pois alguns doutores desta área acham que não houve dessocialização e nem despersonalização escrava...Absurdo!!! P. Rosa...
Paulo Roberto Rosa
Segunda | 26.09.2011 às 12h09
Valeu Celso....O e-mail é o mesmo, se você for do Rio de Janeiro dá até pra ir ao seu encontro ou marcar um local, gosto de debates. Agora se for de outro Estado, fique tranquilo nos falamos por e-mail ou através de telefone( 21 - 8506.4921) Não esquente com preços... P. Rosa.
Solange Afrinia de Nogueira
Segunda | 26.09.2011 às 12h09
Caro colega este assunto esta pegando fogo nas salas de aula aqui de Minas Gerais. Meus parabéns, muito boa sua colocação. Afrinia - historiadora
Celso Alencar
Segunda | 26.09.2011 às 12h09
Gostaria se possível agendar uma orientação sobre sua exposição a respeito da Despersonalização escrava. o seu e-mail ainda é o livros de história ? Alencar.
Dilza
Sexta | 09.09.2011 às 11h09
È notório e muito particular a vivência que o negro teve em nosso mundo. Afinal estão querndo apagar esta parte vergonhosa da vida do branco que se julga intelectual. Vergonha mundial. A escravidão existiu e é vergonhosa. Dilza Martins M. de Souza
Jabes de souza
Quinta | 07.07.2011 às 18h07
Na leitura das primeiras páginas já deu para ter a idéia desta preciosidade dos seus argumentos. Boa sorte Jabes
Paulo Rosa
Terça | 28.06.2011 às 19h06
Valeu!!! Só peço que quando colocar o nome que seja preenchido pelo seu. Mas valeu pelo elogio na verdade, estas verdades estão querendo apagar da historia mundial. Grande abraço, Paulo R. Rosa
Aurélio Bastos
Terça | 28.06.2011 às 19h06
Professor, meu muito obrigado já nas primeiras páginas fui ter a idéia do que vem a ser escravidão. Meus parabens Bastos
Paulo Roberto Rosa
Terça | 24.05.2011 às 17h05
Gustalenco, o meu e-mail é [email protected] bem a vontade e me escrava pra gente conversar sobre esta questão. Paulo Rosa.
Heleno de Primas Gustalenco
Terça | 24.05.2011 às 15h05
A sua aula é cara? Poderia me ceder seu e-mail . Gustalenco
Luiz da Mata Nunes
Sexta | 20.05.2011 às 01h05
Exatamente isso. Muito sorte e bons negócios Nunes Bittencourt
Sonia Lima
Sexta | 20.05.2011 às 01h05
Meus sinceros parabens. Muito bom mesmo. Sonia dos Santos
Rubens Martins
Quarta | 06.04.2011 às 23h04
HIstoriador, meus parabens. Sua linha de escrita e portanto pensamento bate com os meus pensamentos. Também sou historiador e aqui no Recife a conversa esta quente com surpreendente instinto e fomentação historiográfica voltada para a descobertas de fontes a respeito desta dessocialização escrava. Mais uma vez meus parabens. Rubens Barcellos da S. Martins
Jefferson Oscar de Souza
Terça | 29.03.2011 às 22h03
Fico feliz quando vejo que existem pessoas, embora desconhecidas do grande público, que sabem a verdadeira historia Meus parabens. Jefferson
Claudia de Souza
Quinta | 24.03.2011 às 22h03
Historiador, fico feliz por conhecer suas obras, e estou atentando para a descrição deste livro e pode ter a certeza levei quase que tres anos em uma determinada faculdade, bom... só na descrição deu para entender o que não havia entendido em tres anos. fico feliz, um abraço. você ganhou uma aluna Claudia de Souza Paranhos.
Itamar Peumer
Quinta | 24.03.2011 às 20h03
Estas explicações se pegam pelo ar, muito bom. mas ainda me ficou uma dúvida e talvez esteja no tipo de relação entre os significados e o que viria a ser subjetivo. Mas de qualquer forma deu para entender nestas primeiras páginas. Valeu pela colocação. Itamar. Muito bom e meus sinceros parabens pelo início de obra. Itamar.
Roger Tadeu
Quinta | 24.03.2011 às 20h03
É, minha professora não irá gostar muito de mim depois desta olhada nesta matéria não. uma colinha aqui, outra ali. Muito obrigado, historiador Paulo. muito bom, pelas primeiras páginas parece que você acertou em cheio, eu tinha muitas dúvidas com relação a este tipo de matéria. é tudo novo, e isso as vezes enrola um pouco. mas deu para entender somente pela descrição de seu livro. meus parabens. Roger Tadeu Junior
Jamil Verner
Quinta | 24.03.2011 às 19h03
Professor, valeu. final de mês é certo, o senhor cumpriu a promessa, pelas pãginas iniciais da para sentir que é obra muito legal. abraços, Jamil.
Twiter.40
Quinta | 24.03.2011 às 19h03
Sensacional esse início de obra. muito legal mesmo Twiter.