Diante de um rio transbordante, de muralhas que nenhum exército de ex-escravos poderia derrubar e de reinos inteiros coligados, Israel não dependeu da força dos próprios braços. Dependeu de um Deus que abre rios, derruba muros e governa o resultado de cada batalha.
E esse mesmo livro, que quase todos conhecem pela metade, dedica doze capítulos a fronteiras tribais e listas de cidades — onde estão algumas das páginas mais importantes de toda a Escritura.
Nesta exposição de trinta e um capítulos, Eli Vieira Filho percorre Josué do primeiro ao último versículo, sem omitir perícope alguma. As listas recebem o mesmo tratamento que Jericó. E as dificuldades que a maioria dos pregadores contorna — o extermínio das nações, a mentira de Raabe, a execução da família de Acã, o dia prolongado — são enfrentadas de frente, com honestidade e sem respostas fáceis.
Ao longo do percurso, cerca de cem episódios históricos reais iluminam o texto, de Calvino a Corrie ten Boom, de William Carey aos capelães do Dorchester.
Mais do que uma crônica de conquistas, este é um livro sobre a fidelidade de Deus — e sobre por que ela se demonstra com mais força precisamente num relato que registra, sem disfarce, todas as falhas do povo que a recebeu.
E aponta, do começo ao fim, para Aquele que leva o mesmo nome do filho de Num: o verdadeiro Josué, que conduz o Seu povo àquilo que jamais poderia conquistar sozinho.
Nenhuma palavra falhou de todas as boas palavras que o SENHOR falara.
Josué 21.45
| Número de páginas | 1055 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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