Numa casa como tantas outras, numa cidade onde as tardes demoram a terminar, uma família encontra um menino sentado no galho de uma árvore, no quintal. Ele diz se chamar Lililo.
Ninguém sabe de onde ele veio. Ninguém sabe direito pra onde vai, nos dias em que desaparece sem aviso — tão de repente quanto apareceu. Só sabem que, desde que ele chegou, a casa ficou mais leve. E que, quando ele partir, nada mais vai ser como antes.
Lililo é uma história sobre presença e ausência, sobre o que uma vida breve pode deixar depois que se vai, e sobre um tipo de amor que não se mede pelo tempo que dura, mas pela profundidade com que toca.
Uma narrativa contemplativa e ilustrada, para ler devagar — e sentir por muito mais tempo.
| Número de páginas | 87 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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