MEMÓRIAS

o imenso esquecimento

Por Diego Braga

Código do livro: 141242

Categorias

Artes e Entretenimento, Poesia, Literatura Nacional

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Sinopse

A arte de ser é a ousadia de reinventar-se. O senso comum, porém, entende que o poeta deve 'realmente' sentir aquilo que expressa em seus versos. Ocorre que a poesia é uma arte de fingimento, como qualquer outra. Aceitando o imperativo da ambiguidade do fingir como verdade da poesia, Diego Braga fez um livro de memórias inventadas, com lembranças do que jamais se deu e recordações do que nunca poderia ter sido. Na riqueza desta obra, a musicalidade da palavra faz da leitura a redescoberta - uma lembrança - de si mesmo. Prepare-se para recompor suas próprias memórias ao ler cada poema. Para tanto, deve-se deixá-las no esquecimento. Esquecer o que se é, para 'outrar-se', como queria Rimbaud.

Características

ISBN 978-85-911121-3-5
Número de páginas 102
Edição 2 (2013)
Formato Pocket (105x148)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Idioma Português

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Diego Braga

O carioca Diego Braga é autor de Entreteias (2007), Assimetrias (2009), Cancioneiro (2009), Memórias: o imenso esquecimento (2010), segunda edição em 2013) e Impossível Inevitável (2012). Pequena Música (2024) marca seu retorno à publicação, reunindo parte dos últimos 15 anos de sua produção. Também publicou ensaios sobre literatura em revistas especializadas. Vencedor do Primeiro Prêmio Letras Brasileiras, participou, como autor, da Bienal do Rio na edição de 2009 e teve diversos poemas musicados pelos compositores Antonio Jardim, Eduardo Gatto e Artur Gouvea, do grupo Música Surda. Desde 2013 mora em Porto Alegre.

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Comentários

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14 comentários
Julia Andrade Couto - Belém PA
Sábado | 16.03.2013 às 13h03
Olha que eu comprei o livro e está demorando a chegar, mas vai vir logo, que eu estou ansiosa para ler. Um abraço aqui de Belém, meu rapaz. Quando é que aparece de novo por essas bandas para comer um tacacá? Abraço grande e parabéns pelo livro.
Diego Braga
Sábado | 16.03.2013 às 13h03
Thiago, meu parceiro, é muito bom vê-lo por aqui e contar com seu apoio. Ainda vai me dar a honra de fazermos um samba juntos, quer apostar? Um abraço grande, força e graça neste violão.
Diego Braga
Sábado | 16.03.2013 às 13h03
Rafaela, que bom que gostou tanto assim! Escrevo para ser lido e para tentar mover algo de sentido, algo de próprio em nossas vidas tão apressadas, tão reificadas e embrutecidas. Esse retorno é fundamental para mim, também, pois me mostra que o aparente deserto da realidade é povoado, e que a pasmaceira e a indiferença ainda não ocuparam todos os espaços.
Diego Braga
Sábado | 16.03.2013 às 13h03
Lanúzia, obrigado pelo apoio e por me dar a honra de ser uma leitora de meus poemas. Para mim, é um orgulho que uma pessoa tão disposta aos encantos da vida como você admire o que escrevo. Um abraço grande.
Thiago Alves Oliveira
Quinta | 14.03.2013 às 21h03
Diego Braga, além de ser um poeta incrível, é uma figura humana maravilhosa, atento e sensível as coisas do real. Um grande amigo e um grande tricolor!
Rafaela Cardon
Terça | 12.03.2013 às 18h03
Muito bom esse livro, gente. Comprei um por recomendação de um amigo da faculdade. Pena que a grande mídia não dá suporte e nem noticia, aí a gente depende mesmo do boca-boca. Eu gosto de livros que desafiam o leitor, mas não gosto daquelas invencionices de quem não tem nada para dizer. Parabéns ao autor. Espero que boa literatura como essa seja mais valorizada em nosso país.
Lanúzia Oliveira
Terça | 12.03.2013 às 16h03
Diego é dono de uma sensibilidade única e consegue traduzir isso em belos poemas. Seus livros emocionam, é um poeta maravilhoso e de um talento ímpar. Super recomendo seus livros, se joguem sem medo nessas ḾEMOŔIAS, O IMENSO ESQUECIMENTO. Parabéns!
Diego Braga
Terça | 12.03.2013 às 14h03
Agradeço a todos os leitores, amigos e familiares, pelo apoio de sempre. É muito difícil escrever sem ter por trás de si o suporte do capital das grandes editoras, sobretudo para produzir uma poesia em que acreditamos e que é capaz de dialogar com o leitor sem subestimá-lo. Sem esse carinho de vocês, que desde o primeiro livro me apóiam, certamente minha obra não existiria. Um abraço enorme de eterna dívida com vocês.
vicente luiz
Sábado | 09.03.2013 às 17h03
Parabéns, meu filho! Tenho muito orgulho dd você e torço pelo teu sucesso. Comprei um exemplar para mim e vou ler com certeza. Deve ser tão bom quanto os demais. De sua autoria. Recomendo para todos os raros e preciosos leitores de literatura de qualidade.
Diego Braga
Sexta | 08.03.2013 às 19h03
André, obrigado! Você é estudante da UFRJ, na Fac. de Letras? Se for, podemos nos encontrar para conversar sobre poesia e, caso queira, para autografar o seu exemplar. Fico muito feliz de ser lido. É para isso que escrevo: no empenho de mover algo no modo como as pessoas são e estão na realidade com vistas a que o sentido da mesma seja recolocado de modo mais próprio, mais verdadeiro e - com o perdão do clichê - mais poético.
Andre Sanches
Sexta | 08.03.2013 às 11h03
Um amigo meu conhece o autor e tem o livro com capa branca, acho que é a primeira edição. Eu li um pouco quando ele deixou comigo e achei maravilhoso. É poesia emocionante mesmo não sendo sentimental. Acabei de comprar um para mim, pois a vontade é de reler até decorar alguns dos poemas. O meu favorito é "Os Tijolos", que traz uma visão muito lírica e crítica das favelas do Rio e da ligação entre todas as pessoas.
Diego Braga
Quarta | 06.03.2013 às 11h03
Pedro, obrigado mesmo por seu comentário tão generoso e sua leitura cuidadosa. Espero que goste desta segunda edição, pois a capa está mais bonita e o texto, revisado e atualizado em conformidade ao novo acordo ortográfico. Quanto ao prefácio da primeira edição, da pena de Igor Fagundes, brilhante em grandioso em todos os sentidos, será sempre uma honra inesquecível para mim. Este novo prólogo, de minha autoria, é modesto, mas reflete a atualidade da obra. Um abraço grande.
Pedro Kizomba
Terça | 05.03.2013 às 08h03
Esse livro é demais! Com certeza, no futuro, será um dos clássicos da literatura brasileira, pois é uma das melhores coisas que já li em termos de poesia. Foi ótimo sair a 2a edição, porque estava esgotado e também porque agora, pelo que vi ali na amostra disponível, o prólogo é do próprio Diego Braga. Esse é um jovem que sabe escrever e que já começa a ter seu talento reconhecido. RECOMENDO MUITO e vou comprar para dar de presente.
Andréia Pedroso
Segunda | 04.03.2013 às 23h03
Depois, de um belo ensaio onde cantei o poema LUZES DA RIBALTA de Diego Braga, musicado por Antonio Jardim, recebo esta notícia maravilhosa!!! A segunda edição do recém-lançado livro do poeta Diego Braga: Senhor da palavra, Servo da Poesia. Parabéns!!! Vou comprar vários exemplares pra mim, um excelente presente!!!