"Não é uma história que você lê. É uma história que lê você."
Em 1979, o corpo de Joaquim Antônio Correia foi exumado da vala comum do Hospital Colônia de Barbacena, exatamente 62 dias após seu sepultamento. Amarrado ao
seu peito estava um diário de 847 páginas. Segundo o coveiro que o resgatou, a tinta ainda estava fresca. Os médicos legistas registraram o material; os que o
estudaram, enlouqueceram.
MOLAMBUDOS — O Diário do Paciente 1.260 é um romance experimental de horror psicológico, ficção histórica e hipertexto ergódico que atravessa mais de
um século de tragédias brasileiras não processadas.
UMA NARRATIVA EM FRAGMENTOS E ROTAS INFINITAS
Composto por 73 fragmentos organizados em 5 partes e conectados por 180 rotas de leitura não-linear, o livro convida o leitor a escavar um
arquivo amaldiçoado:
Parte 1 — Sertão (1914–1917): A seca de 1915 no Ceará, a caminhada dos retirantes, o confinamento nos "Currais do Governo" em Senador Pompeu e o
pacto de um menino de oito anos com a Fome na vala comum.
Parte 2 — Colônia (1917–1979): 62 anos de internamento no Hospital Colônia de Barbacena (MG), eletrochoques sem anestesia, o isolamento asilar e a
convivência com as vozes.
Parte 3 — Diário de Oliveira e Laudos (1979): A exumação do corpo, o resgate dos laudos médicos e a obsessão do Dr. Heitor Oliveira, que se torna o
Paciente 1.261.
Parte 4 — Investigação Lúcia (2026): A pesquisa forense contemporânea da Dra. Lúcia Menezes, rediagnósticos (CID-11 / DSM-5-TR),
| ISBN | 9798189170492 |
| Número de páginas | 296 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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