Henrique Valença sempre confiou na medicina, nos protocolos e nas probabilidades. Oncologista brilhante, acostumado a interpretar exames, curvas de sobrevida e respostas terapêuticas, ele acreditava conhecer os limites da doença — até o dia em que o paciente se torna seu próprio filho.
Aos vinte e um anos, Daniel recebe o diagnóstico de um câncer agressivo e refratário. Cirurgias, quimioterapias e terapias experimentais oferecem esperança, mas a doença retorna, cada vez mais resistente. Diante do fracasso progressivo da medicina convencional, Henrique é empurrado para uma investigação que desafia tudo o que sempre considerou aceitável.
Tempo, memória biológica, campos, coerência, informação, geometria e consciência passam a compor uma hipótese radical: e se o câncer não for apenas um conjunto de células alteradas, mas também uma trajetória que o organismo aprendeu a repetir?
Dessa pergunta nasce o Campo Lázaro, um sistema experimental criado para não apenas combater o tumor, mas modificar a dinâmica que o mantém vivo.
Entre equações, conflitos científicos, medo, esperança e a relação profunda entre pai e filho, O Campo Lázaro — A Última Equação mistura ficção científica, drama humano e ciência de fronteira em uma pergunta inquietante:
curar significa voltar ao que éramos — ou devolver à vida a possibilidade de produzir novos futuros?
| Número de páginas | 334 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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