O Patinho Feio e a Jornada da Autoaceitação
E se o Patinho Feio nunca tivesse sido feio?
E se tivesse passado apenas demasiado tempo a tentar tornar-se aquilo que os outros esperavam dele?
Desde o nascimento, um pequeno ser percebe que não é igual aos que o rodeiam. O corpo parece diferente, os movimentos não correspondem ao esperado e até a sua maneira de sentir o mundo parece inadequada. Pouco a pouco, começa a acreditar que existe algo de errado consigo.
Para ser aceite, tenta adaptar-se. Imita comportamentos, esconde preferências, procura grupos onde finalmente possa pertencer e cria diferentes versões de si próprio. Mas quanto mais tenta encaixar-se, mais se afasta de uma pergunta essencial:
Quem sou eu quando não preciso agradar a ninguém?
A resposta começa a surgir durante um período de solidão e silêncio, quando finalmente encontra coragem para olhar para o próprio reflexo sem permitir que as opiniões dos outros decidam antecipadamente aquilo que está a ver.
A descoberta de que é um cisne não resolve magicamente todos os problemas. Pelo contrário: inicia uma nova etapa. Será preciso aprender a viver de acordo com aquilo que descobriu, encontrar uma comunidade onde pertença sem desaparecer, reconciliar-se com partes do passado e compreender que autoaceitação não significa considerar-se perfeito.
Significa poder crescer sem precisar odiar quem se é.
O Patinho Feio e a Jornada da Autoaceitação é um conto terapêutico sobre identidade, diferença, pertença, máscaras sociais
| Número de páginas | 304 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.