Hugo Pacheco e Aline Lorencetti. Marido e mulher, parceiros em uma série de livros infantis... e, desde a primeira noite em sua nova velha casa na interiorana Teixeira dos Prados, e em todas as noites dali em diante, testemunhas de um hediondo assassinato ocorrido quatro anos antes.
Em um quarto vago no andar superior, o casal é capaz de presenciar Santino Goulart, filho de ouro de Teixeira dos Prados, cometendo o crime que abalaria a cidade, o homicídio de sua esposa, Lúcia. Uma cena que se repete através do tempo, na mesma exata hora. Um déjà vu estranho e perturbador que colocará em rota de colisão a mente analítica de Hugo e a fé de Aline, gradualmente deteriorando seu relacionamento, sua vida profissional e a convivência com os demais habitantes.
E, quando tudo parece suficientemente terrível, a possibilidade de interagir com a cena leva-os à encruzilhada que, em uma tétrica ironia, poderá definir o destino de ambos para sempre. Enquanto o sempre existir.
| Número de páginas | 129 |
| Edição | 1 (2011) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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