O racionalismo já não nos cabe nesse momento.
O que temos é apenas a escrita, está que esvazia e preenche as almas de uma forma tão irônica, brincado com o tempo de ser deus e fazendo do homem seus fantoches.
Palavras amontoadas mostram um caminho de vícios e virtudes, onde a realidade é apenas um terço da vida, “o todo” resto sucumbi na perspectiva dualidade entre dogmas e vontade.
Negado-se ou aceitando-se como é, o homem sofre o bafo hibrido de deus no seu rosto.
Direcionando para os espinhos da via dolorosa.
A medida do possível está obra não é o que diz ser, dizendo ela ser nada.
Está obra é dedicada ao vazio e ao silêncio, estes que são os melhores amigos dos poetas.
| Número de páginas | 119 |
| Edição | 1 (2011) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.