Cuidar da saúde mental das crianças é antes de tudo uma obrigação dos pais, educadores e responsáveis, para que elas cresçam saudáveis e minimamente equilibradas.
Minimizar os efeitos que a sociedade moderna lhes impõe é um gesto de amor. Conseguir identifica-los é um exercício de inteligência daqueles que convivem com as crianças.
Muito ainda há de ser feito na construção desse árduo caminho a ser desbravado no campo da Síndrome do Imperador para que as crianças sejam apenas crianças.
E que os pais possam reassumir seu papel de pais.
Ressignificar essa relação de pais/filhos é urgente.
Há que se separar bem as figuras, a hierarquia na relação precisa ser bem definida, o respeito pela figura paterna/materna precisa ficar clara. É muito importante se preocupar em deixar um planeta melhor para os filhos, mas sem dúvida nenhuma, é imprescindível deixar filhos melhores para o planeta.
| Número de páginas | 153 |
| Edição | 1 (2021) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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