Englobo os demônios íntimos dos seres
Que me perseguem e tiram de mim a vida
Eu sou com certeza algo para eles
Eu já mão importo ser uma ferida.
Calco os males como bola de algodão
Mas tu te apalpá-los sentirá espinhos
Dirá-me com raiva! - Isso não tem perdão!
Responderei-lhe sorrindo – Esse é meu caminho!
Olho estrelas e vejo meu destino
Não acredito nisso! Não posso acreditar
Vê amigo! Nestes olhos de menino
Neles há tristeza, há dor e pena
Vaga a mente por montes que já vistes
Deles me perdi e perdido um tanto chorei
É sangue o que derrame, este me carpiste
Que joguei-me do penhasco que mesmo criei
Vejo tábuas grandes e misericordiosas
Foram escritas por mim quando tinha vida
Acordo a desdenhando mesmo sendo gloriosas
Não quero que minha caminhada seja a saída
| Número de páginas | 131 |
| Edição | 1 (2012) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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