Quando nem cogitava imprimir estes textos no papel, chamei-os provisoriamente de “Poemas de circunstância”. Nome, aliás, dado à pasta na qual fui arquivando as produções, uma a uma, ao sabor das circunstâncias.
Por causa da falta de unidade temática – o poeta dialoga com a política, o erotismo, o fazer poético, o dia a dia, num esforço de intertextualidade –, esta coletânea poderia ser intitulada de qualquer coisa, inclusive “Poemas de circunstância”. Preferi “Sutil, pero no mucho”.
| Número de páginas | 92 |
| Edição | 1 (2011) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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