O inferno é eterno? A pergunta é antiga, e este livro defende que ela é o lugar errado para começar.
Todas as Coisas em Cristo começa onde a tradição começa: não pelo que Deus faz, mas por quem Deus é. O teísmo clássico, a doutrina de Deus que vai dos apologistas do século II aos capadócios, de Agostinho a Tomás de Aquino, e que os reformadores herdaram sem romper, sustenta que Deus não é um ser entre os seres, mas a própria Bondade: simples, imutável, sem sombra de crueldade. Todo o resto decorre disso.
Sete partes conduzem o argumento. Por que o cristianismo é teísmo clássico, e o que acontece com a doutrina de Deus quando se abre mão dele. Como ler as Escrituras quando dois conjuntos de textos puxam em direções opostas. O Cristo cósmico, em quem todas as coisas subsistem. O inclusivismo crístico: toda salvação vem por Cristo e só por Cristo, mas a graça de Cristo não se limita às fronteiras visíveis da igreja. E a esperança maior, sustentada a partir de Gregório de Nissa e Orígenes e oferecida como esperança que o cristão pode ter, não como dogma definido pela Igreja.
O livro não nega o juízo, nem a gravidade do pecado, nem o inferno como possibilidade real da liberdade criada. Pergunta se uma porta trancada por dentro precisa ficar trancada para sempre.
São cento e doze capítulos curtos, 222 notas e cinco apêndices, com glossário, cronologia, objeções e respostas e as principais passagens bíblicas.
Para quem aprendeu a temer a Deus antes de aprender a confiar nele.
| ISBN | 978-65-266-8145-9 |
| Número de páginas | 272 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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