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MEMÓRIAS

DE UM ESCRITOR

Por: ADEILSON NOGUEIRA

Após publicar 70 (setenta) livros, 9.069 PÁGINAS, com 2.093.208 palavras, escrevendo contos, crônicas, poemas, editoriais, novelas, ensaios, biografias, discursos, etc, etc, etc, creio que chegou a hora de contar minha história. Não sei quando o livro da minha vida será fechado por Deus, da mesma forma que não sei até quando serei capaz de escrever. Não escrevo para o presente, escrevo para o futuro. A minha geração definitivamente está perdida e espero que não faça perderem-se as próximas.

Não vou aqui apontar culpados, porque eles não existem. Sei que o conhecimento é um dom. Perdi a conta de quantas vezes, na minha infância, acordava no meio da noite com frases inteiras na cabeça. Por mais que tentasse voltar a dormir não conseguia enquanto não as escrevesse. Por este motivo, costumava dormir com papel e caneta sob o travesseiro. Assim nasceram meus primeiros escritos. Não os guardei, mas espero que algumas boas almas a quem fiz presente deles ainda os conservem.

Saiba, leitor do futuro, que vivo em um mundo onde uma piada idiota contada por algum internauta imbecil tem mais importância do que um pensamento de Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski; onde “Academia de Letras” facilmente é confundida com “Academia de zumba ou de aeróbica”, muitas vezes pelos próprios “imortais”. Tudo tem o seu valor, é verdade, mas a única riqueza que definitivamente levaremos conosco, quando morrermos, não precisava ser tão massacrada... É como se esta geração tivesse a mais completa aversão pelo conhecimento. A palavra “cultura”, por exemplo, tornou-se tão vulgarizada que até um evento na praça com o único propósito de fumar maconha, cheirar cocaína e gritar ao som de pancadões ensurdecedores e incompreensíveis é considerado “cultura”, “cultura pop”. Não creio que, em sua definição, todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro, fosse capaz de caber em apenas alguns neurônios destroçados pela droga e, pior, apoiado pelo poder público.

Mas vamos às minhas memórias...

Impresso
R$ 68,47

Ebook (PDF)
R$ 35,95

Tema: Biografia, Família E Relacionamentos, Fotografia, Adolescência, Atividades, Idade Escolar Palavras-chave: adeilson, biografia, memorias, nogueira

Características

Número de páginas: 91
Edição: 1(2017)
Formato: A4 210x297
Tipo de papel: Offset 75g

Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.



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