Reflexões de um médico espírita a respeito da Medicina situada entre os aspectos religiosos e científicos do indivíduo e da humanidade.
É inerente ao indivíduo tanto o aspecto religioso quanto o interesse pelo conhecimento, contudo, a religião e a ciência não são capazes de responder, por si só, adequadamente todas as questões que o homem formula a respeito de si, de sua existência e do mundo no qual existe.
O Espiritismo inaugurou uma forma totalmente diferente de entender a religião, primeiro por ser muito mais uma filosofia, segundo por desmistificar milagres, terceiro por deixar claro que a ciência terrena ainda precisa avançar quando então passará a compreender os fenômenos hoje inexplicáveis e relegados ao campo da religião. Noutras palavras, encontrar-se-ão religião e ciência, como complementares para a compreensão de diversas dúvidas do homem.
A Medicina não é uma ciência exata e seus resultados envolvem fatores que não podem ser controlados e que podem ser inclusive desconhecidos. Deste modo, ela alcançou avanços significativos com a ciência, porém o aspecto religioso do ser humano sobrevive devido a esta imprevisibilidade.
O autor pretende trazer suas reflexões pessoais acerca destes temas, aplicando a visão espírita na busca do equilíbrio destes dois componentes inerentes ao homem.
| Número de páginas | 143 |
| Edição | 1 (2021) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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