Peremptória peripécia anedota
Esquecemos quem somos tão fácil. Ignoramos esse tipo de afirmação por mera ignorância, por não conhecermos o mundo. Mas conhecemos um mundo, sempre conhecemos, e quando não damos valor para as coisas pequenas, esquecemos o que fazia de nós satisfeitos, Um bom dia, comer reunido com a família, conversar com quem está próximo da gente.
Encarar um perigo requer muita coragem, enfrentá-lo requer força de vontade.
A juventude, a infantilidade, a inocência, essas virtudes tratamos de maneira tão severa, por quê?
Amor, paz, felicidade são consideradas bobagens, chamam de fracos, frágeis e bobos os que correspondem a essas lindas virtudes.
Sentimos a cor da luz e do som do Sol, mas gostamos das tarjas e da censura.
Quando a pergunta que todos fazem tem uma resposta, essa pergunta some, e ficamos loucos, até que essa pergunta volte e a respondemos novamente.
Não é porque nos concentramos num objetivo que devemos ignorar o trajeto feito para alcançá-lo, pois quando esquecemos como conseguimos algo, podemos esquecer o sentido daquilo que conseguimos. Não tem sentido viver uma vida cinza se ela pode ser toda colorida.
| Número de páginas | 153 |
| Edição | 1 (2020) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.