Nesta obra clássica, Santo Agostinho investiga profundamente a natureza da falsidade para defender a rigorosa tese moral de que nunca se deve mentir em nenhuma circunstância. O autor estrutura seu tratado classificando oito espécies distintas de mentiras — desde a mais grave relacionada ao ensino religioso até aquelas supostamente benéficas para salvar vidas ou proteger a pureza corporal —, rejeitando todas elas com base em argumentos fundamentados nas Escrituras Sagradas. O propósito central do texto é demonstrar que o pecado de corromper a própria alma com a mentira jamais pode ser justificado pelo desejo de evitar males temporais ou proteger a vida física do próximo. Ao longo da discussão, Agostinho enfatiza que a integridade da verdade e da fé deve ser preservada a todo custo, pois recorrer à falsidade destrói a autoridade moral da doutrina e afasta o ser humano da salvação eterna.
| Número de páginas | 91 |
| Edição | 1 (2018) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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