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Mulher preta, transexual, invisibilizada e vitoriosa que, enganada sobre sua própria orientação sexual e perseguida por ser quem é, cantou à morte o seu preço, mas negou a proposta do leilão. Linda, plena e próspera, dedica sua vida na transformação de outras pessoas.
Bailarina, escritora e compositora unicamente pelo dom que aflorava, sua facilidade diante às artes lhe proporcionaram sucesso em diversas áreas. Senhora de si e guerreira pelas causas que militava cotidianamente, está sempre disposta a crescer e encantar o mundo simplesmente pelo o que é.
NO DESCARTE DO BARALHO, SOU A CARTA NEGRA DE UMA DAMA DE PAUS.